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Menina autista confunde noiva com Cinderela. Reação é linda

15:17:00

Uma noiva fazia uma sessão de fotos para o seu casamento quando foi confundida com Cinderela por uma menina de 5 anos, com autismo, que adora brincar com princesas.

A garotinha Layla Lester largou das mãos da mãe e correu para perto da noiva aos gritos “Cinderela, Cinderela!”

Olivia Spark teve uma reação linda. Para não decepcionar a menina, a noiva encarnou a personagem: ficou conversando com Layla e deu prosseguimento ao conto de fadas.

“Ela realmente acreditou que era a Cinderela”, disse Jessica, mãe de Layla.

Jessica contou que normalmente Layla não fala com estranhos, mas ela fez uma exceção para Cinderela.

“Ela é o símbolo de uma verdadeira princesa. Ela é gentil. Ela é doce. Ela fez de tudo para tornar o dia de Layla especial, e quem faria isso além de uma princesa?” contou a mãe

Noiva especial

Olivia Spark é operadora de equipamentos pesados e mora em Nova York, EUA.

Ela estava no Akron Falls Park no dia de seu casamento quando aconteceu o encontro com a garotinha. E ficou emocionada com o que aconteceu.

“Eu fiquei mais do que feliz em ser Cinderela para aquela menina”, disse a noiva.

A noiva conversou com Layla por um bom tempo antes de finalmente dizer que “precisava voltar ao baile”.

Mas o conto de fadas só estava começando.

Presente de Cinderela

Depois daquele dia, “Cinderela” manteve contato com sua pequena princesa encantadora, fazendo de Layla a pessoa real mais feliz do reino.

Agora elas se falam sempre. “É uma ligação instantânea. Eles se amam. É fofo”, disse Jessica.

Mais que isso, a noiva e família dela abriram uma vaquinha eletrônica no GoFundMe para mandar Layla para Disney World, onde a menina poderá conhecer mais princesas.

Em 12 dias já foram arrecadados 21 mil dólares, dos 50 mil pretendidos.


Após não conseguir inscrever filha cadeirante em concurso de beleza, mãe cria projeto e faz ensaio fotográfico com crianças com deficiência

05:19:00
A pequena Isabella, de 7 anos, fez pose em ensaio fotográfico em Rio Branco — Foto: Ícaro Passos/Arquivo pessoal

Depois de ouvir que a filha não poderia participar de concurso de beleza por ser cadeirante, a servidora pública Alderlene Oliveira, de 37 anos, criou o projeto “De Porta em Porta” com o apoio de um casal de fotógrafos. 


A ideia é fotografar crianças com deficiência para mostrar que elas também podem participar do mundo da moda e da beleza. 

E foi a partir desse projeto que a pequena Isabella, de 7 anos, os irmãos Jesus e João, de 10 e 4 anos, respectivamente, e a Helena, de 5 anos, posaram para um ensaio fotográfico cheio de fofura e muitos sorrisos. As fotos foram feitas na Universidade Federal do Acre (Ufac). 

Alderlene conta que a filha teve paralisia cerebral aos 11 meses de vida e de lá para cá usa cadeira de rodas. Segundo a mãe, a menina adora tirar fotos e quando vê uma câmera focando nela “se transforma”. 

Ensaio fotográfico com crianças cadeirantes foi feito na Universidade Federal do Acre — Foto: Ícaro Passos/Arquivo pessoal

“A ideia surgiu a partir de uma experiência desagradável que eu tive. A resposta que eu tive da organização do concurso foi que cadeirante não podia participar pelo fato de não venderem. Aí, conversei com a fotógrafa Renata, que já tinha feito um ensaio da Isabella, e disse que queria montar um grupo de mães que a gente pudesse fazer a divulgação de lojas e assim surgiu o projeto”
, disse a mãe. 

A produtora de eventos Meire Manaus, coordenadora do concurso Miss e Mister Mirin do Acre, confirmou que crianças com deficiência não podem ser inscritas no concurso. Segundo ela, o concurso local segue as regras do nacional. 

“Não sei quem foi que respondeu, mas a gente até pensou de fazer um evento para cadeirantes, mas não assim junto com as outras crianças que não são cadeirantes, porque não fica legal. Liguei para o miss Brasil infantil e lá também não pode. Como tem tido muita procura, pensei em fazer um à parte com essas crianças”, afirmou Meire. 

Para o fotógrafo Ícaro Passos, de 25 anos, fazer o ensaio fotográfico das crianças é a realização de um sonho. Ele contou que, junto com a namorada, pretende ampliar e fazer fotos de ainda mais crianças com deficiência. 

“No primeiro momento fizemos as fotos com essas mães que já conhecíamos, mas depois que divulgamos as fotos, várias outras mães estão procurando e querendo participar. Tanto que agora vamos até ver como fazer para todo mundo participar. A Ideia é mostrar que são crianças que podem ser fotografadas como qualquer uma outra e podem ser incluídas no mercado da moda também”, disse o fotógrafo.

Via: G1

Criança autista de 6 anos é agredida com tapas por voluntária de escola pública do DF

06:48:00


Uma criança com autismo de 6 anos foi agredida com tapas por uma educadora social voluntária do Centro de Educação Infantil 2 de Sobradinho, no Distrito Federal. O caso ocorreu no último dia 18, em uma atividade conjunta entre os alunos.

Segundo a ata da escola que relatou o fato, a educadora social revidou o tapa que teria recebido no rosto. Depois disso, também deu outro tapa no braço. A professora titular da sala viu a ação e levou a voluntária para a coordenação.

A mãe da criança agredida, Thais Martins, registrou boletim de ocorrência na 13ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho, e pretende entrar na Justiça contra a voluntária. "Quando os professores me contaram, eu me assustei, chorei, estava desesperada. Cheguei à escola e o diretor estava com o pessoal do conselho tutelar, que me aconselhou a fazer um boletim de ocorrência. Foi o que eu fiz", disse.

"Ela não era preparada para lidar com uma criança especial."

Depois da agressão, a criança deixou de ir para a escola, pois estava muito agitada. Agora, já retomou os estudos.


A orientadora foi expulsa da escola. A instituição colocou outra pessoa para cumprir a mesma função na turma.



Via: G1

Atriz de 'Grey's Anatomy' fala sobre sua filha com síndrome de Down e a importância da conscientização

17:13:00

Conhecida por seu papel como Amelia Shepard em “Grey's Anatomy”, a atriz Caterina Scorsone publicou uma foto muito especial no seu Instagram para chamar a atenção para o “Mês da Conscientização sobre a Síndrome de Down” nos Estados Unidos.




Para isso, ela publicou alguns momentos fofos da sua filha de 1 ano, Paloma Michaela, com uma legenda linda e sincera:

“Outubro é o mês da conscientização da síndrome de Down. Aqui está uma pequena informação. 1 em cada 700 bebês nasce com síndrome de Down. A linguagem é importante. Os pais não têm 'RISCO' de 1 em 700 de ter um bebê com síndrome de Down. Os pais têm 1 CHANCE em cada 700 de ter um bebê com síndrome de Down, assim como têm 50% de CHANCE de ter uma menina e 50% de CHANCE de ter um menino. As diferenças são lindas. A linguagem muda com o pensamento das pessoas. As palavras são importantes.”, escreveu Caterina.

Nas imagens, ela também mostra a filha mais velha, Eliza, de 6 anos, dando mamadeira para a caçula.





Via: www.metrojornal.com.br

Jovem de 12 anos cria triciclo para pessoas com deficiência física em Alvorada do Oeste, RO

05:22:00

O adolescente Túlio de Oliveira, de 12 anos, criou um triciclo acessível para portadores de deficiências físicas. O objetivo é montar um veículo para se locomover com um preço mais acessível. O jovem, morador de Alvorada do Oeste (RO), município a pouco mais de 460 quilômetros de Porto Velho, contou com a ajuda de mecânicos, pais e professores para colocar o projeto em prática. 


Para ter um baixo custo de fabricação, o triciclo foi construído com peças usadas encontradas nas oficinas da cidade. Entre os benefícios da criação, está o sistema de transmissão traseiro que possibilita ao condutor maior facilidade ao passar por trechos de curvas, bem como estabilidade em caso de derrapagem. 

“Sei que há pessoas com mobilidade reduzida, que necessitam de um transporte para se locomover com facilidade. Através da reciclagem e da reutilização de peças, conseguimos fabricar um veículo acessível e adaptá-lo de acordo com a necessidade de cada pessoa”, destacou o criador do triciclo. 

O jovem ainda ressaltou como conseguiu aprender o passo a passo para construir o triciclo. 

“Quando surgiu a ideia, fiz pesquisas no YouTube. Após isso, juntei com minha criatividade para adaptá-lo a pessoas com deficiências físicas”. 

O projeto do triciclo e um outro sobre a reutilização de água da chuva foram classificados para participar da 4° Feira de Rondônia Cientifica de Inovação e tecnologia (Ferocit), que acontece entre os dias 29 a 31 de agosto, em Porto Velho.

“Estou muito feliz em ver estas brilhantes ideias. Trabalhar com projetos de alunos é gratificante e faz com que eles possam trilhar seus próprios caminhos. Nossos estudantes têm maneiras diferenciadas de aprendizagem e cabe a nós conhecermos como cada um deles aprendem”, disse a professora Rosenaide Távora. 

Durante a última quarta-feira (22), a invenção foi exposta pela manhã no pátio da escola estadual Joaquim Xavier de Oliveira, cerca de 300 alunos tiveram a oportunidade de ver de perto o triciclo.

Via: G1

Professora e assistente são denunciadas por discriminarem aluno com microcefalia e proibirem colegas de se aproximarem dela em MT: 'Criança feia'

05:05:00

Uma professora e uma assistente de desenvolvimento educacional foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado (MPE) por discriminação contra uma criança com microcefalia e maus tratos a outros alunos da Unidade Municipal de Educação Infantil Jéssica Adriana Lima Ferreira, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.

A Secretaria Municipal de Educação informou, em nota, que as denunciadas estão respondendo a processo administrativo em relação ao caso e que a professora citada na denúncia foi demitida por não preencher os requisitos do cargo a qual foi contratada e que a outra servidora foi remanejada de cargo, para que não tenha contato com crianças.
A denúncia da promotora Patrícia Eleutério Campos Dower foi protocolada no dia 7 deste mês na 6ª Vara Cível da Infância e Juventude do município.

Durante a investigação, segundo consta na ação civil pública por ato de improbidade administrativa, foram colhidos depoimentos, que, segundo a promotora, comprovaram que as duas funcionárias praticaram imorais e cruéis atos discriminatórios contra a criança com deficiência. Elas se referiam à vítima como uma criança feia, de acordo com a denúncia.

Elas teriam inibido ainda o convívio escolar do aluno com os demais colegas em sala de aula e estimulando as demais crianças a agirem de forma discriminatória, "pedindo que imitassem o estudante colocando a língua para fora e virando o olho".

Conforme o MPE, há provas de que elas maltratavam as crianças da unidade. Não permitiam que se expressassem e brincassem e que permanecessem todo o tempo sentadas no tatame, chegando a repreender as estagiárias que queriam acolher com carinho os infantes quando choravam, proibindo que pegassem as crianças no colo.

Elas também costumavam gritar, falar palavrões e xingamentos na presença das crianças.

A denúncia

O caso chegou ao MPE após uma denúncia feita à Divisão de Educação Especial da Secretaria Muicipal de Educação, por meio de uma estagiária da unidade. Uma equipe foi até a escola e a estagiária repetiu a denúncia na frente das funcionárias e da gerente do setor que elas determinavam que as outras crianças imitassem a vítima.

"Ocasião em que não só não negaram a conduta, como afirmaram que realmente o faziam, mas explicaram que seria 'uma brincadeira'", diz a denúncia.

Logo depois, como consta na ação civil pública, a professora teve o contrato rescindido e uma sindicância foi aberta para analisar o caso da outra funcionária.

Discriminação é crime

Segundo a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, a pena para quem praticar, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência, é de reclusão de um a três anos, além de multa.

Para a promotora, as condutas das funcionárias ferem também de morte as normas constitucionais e legais que visam a proteção integral de crianças e adolescentes.

"As requeridas causaram, de forma irresponsável e cruel, danos de grande monta. O desamor no trato com as crianças em geral, a incitação à conduta discriminatória dos infantes com o coleguinha com deficiência, evidenciam não só o prejuízo óbvio ao desenvolvimento e o sofrimento causado à criança, mas o dano causado ao desenvolvimento de todas as crianças, ensinadas a rir da vulnerabilidade, seguindo o exemplo da falta de empatia ofertado pela professora e assistente de desenvolvimento", argumenta.

Via: G1

Brasileira lança aplicativo para alfabetização de crianças com autismo

16:52:00


A brasileira Ana Sarrizo, presidente da Brainy Mouse Foundation, criou o aplicativo após 4 anos de pesquisa. Os resultados em grupos testes com crianças de Belo Horizonte e São Paulo têm sido muito satisfatórios. No mês passado, foi lançada uma versão em inglês e, agora, disponibilizam a versão em português.


O objetivo do jogo é trabalhar o desenvolvimento da linguagem porque este é justamente um dos maiores desafios para a educação dos autistas, no mundo inteiro. O jeito como pensam, assimilam e compreendem o mundo a sua volta é peculiar de tal forma que muitas vezes nem mesmo os familiares ou os educadores estão preparados para lidar.

“Imagine as dificuldades que já enfrenta um adulto autista, em um mundo que não está preparado para lidar com suas diferenças. Agora imagine um adulto autista e que ainda por cima não sabe ler e escrever”, explica a criadora do aplicativo Ana Sarrizo.

Estima-se que 3 milhões de brasileiros são autistas. Este dado é um reflexo do estudo divulgado pelo Center of Control and Prevetion, órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, que aponta a incidência de 1 a cada 68 crianças. Além dos desafios da doença, o maior entrave ainda é o preconceito. Vem dar uma olhada na interface do jogo e se encante:






Como funciona

O game trabalha a leitura da esquerda para direita, formação de palavras usando sílabas, interação com cores, sons e outros “dispositivos cognitivos”, que ajudam o usuário a trabalhar seu desenvolvimento de forma lúdica. De forma bem interativa, a criança pode customizar seu ratinho, além de ser desafiada a conseguir “cheesecoin”, uma espécie de moeda virtual.

Uma das principais apostas do game é o dispositivo chamado “Rato Amigo”, que tem como objetivo trabalhar, de forma inconsciente, a atitude de pedir ajuda ao próximo, e assim estimular essa ação no dia a dia.

Como tudo começou

Em 2013, a pesquisadora Ana Sarrizo pensava apenas em contribuir com os portadores de TEA de Belo Horizonte, sua cidade natal. O resultado do projeto foi tão bem sucedido que um professor de Ana a aconselhou inscrever no prêmio Santander, do qual foi vencedor entre 17mil propostas voltadas para a educação. Com a premiação de R$ 100 mil e uma bolsa no curso de empreendedorismo da Babson College, uma das mais importantes do mundo, decidiu criar a Brainy Mouse Foudation, nos Estados Unidos, ficando mais próxima das mais importantes pesquisas sobre autismo.

O objetivo da Fundação é ajudar instituições do mundo inteiro, familiares e educadores, que já trabalham com crianças e adultos com TEA, produzindo games e ferramentas que vão auxiliá-los no seu progresso dia a dia. Para saber mais, basta clicar aqui.

Fotos: divulgação

Analisando personagens com defiiciência dos filmes da Disney (parte 1)

03:50:00
Escrito por: Ana Luiza Schmidt

Muitas vezes assistimos filmes, séries e desenhos e nem percebemos que alguns dos personagem tem alguma deficiência. E isso é incrível, pois só comprova que se todos tratarem essas questões sem nenhum preconceito, o que é "diferente" acaba sendo "normal".

Por isso, vamos analisar personagens dos filmes da Disney e tenho certeza que você já assistiu um deles:



Quasímodo (O Corcunda de Notre Dame) - É um personagem que se liberta do seu próprio preconceito. Ele se acha inferior, um monstro. Mas não consegue perceber o quanto é incrível construindo uma cidade inteira de madeira ou escalando corajosamente os prédios e torres. Mas tudo dependeu de sua criação: Frodo o trancou em uma torre durante sua vida inteira, o fez pensar que sua mãe não o queria (quando na verdade, no início do filme mostra que foi Frodo que não o quis) e que ele era um monstro e reforçou que a vida lá fora era difícil demais para alguém que tem deficiência como ele. Mas, quando ele conhece outras pessoas que não eram preconceituosas, especialmente Esmeralda, uma mulher que já tinha um histórico de luta por igualdade e justiça, ele descobre que na verdade, a vida de quem tem deficiência só é mais difícil por causa de pessoas preconceituosas como Frodo. Fantástico!

O filme só tem um defeito: sequer menciona a acessibilidade. Sequer menciona o que, traduzindo para a nossa sociedade atual, por exemplo, seriam rampas de qualidade, pisos táteis ou psicopedagogos em escolas públicas e privadas. Para o filme, um mundo sem acessibilidade ou com não fariam tanta diferença. O que todos sabemos que é uma grande bobagem.



Capitão gancho (Peter Pan) - O filme compara uma deficiência com, por exemplo, uma quebra temporária de joelho.

Lembro-me quando quebrei meu joelho. Eu o quebrei dançando. Hoje, tenho pavor de entrar em uma pista de dança.

Um crocodilo comeu a mão de Gancho. Hoje, ele tem pavor daquele crocodilo.

Mas é importante lembrar que deficiências são muito diferentes de machucados. Machucados são dores temporárias, mas deficiências são partes daqueles que tem alguma, além de que mudam totalmente a personalidade da pessoa, muitas vezes para melhor. Mas não foi o caso de Gancho: ele ficou traumatizado e sua vida ficou infernal após a perda de sua mão.

E outra coisa. Há aqueles que acham que o Capitão Gancho é empoderado, conseguindo fazer várias coisas que muitos preconceituosos duvidariam que alguém com deficiência fariam. Mas ele nem consegue matar o menino Peter Pan ou o crocodilo.

Entretanto, para aqueles que gostam do personagem e querem defende-lo, vai aí um argumento convincente: Peter Pan foi lançado em 1953.



Soluço (Como Treinar o Seu Dragão) - Soluço realmente é um garoto que aprende a não ter preconceitos. Em sua convivência com Banguela, ele descobre que o que os habitantes de Berg sabiam sobre dragões era baseado em experiências rasas. E isso pode ser aplicado a qualquer preconceito, inclusive o capacitismo (aquele que se refere às pessoas com deficiência). Diante disso tudo, todo o preconceito gera uma reação, ruim e trágica na maioria dos casos. Os vikings achavam que os dragões eram ferozes por natureza, e portanto matavam os pobres animais. Certas pessoas acham que pessoas com deficiência são inúteis, e portanto excluem. Em entrelinhas, é isso o que o filme critica.

E isso sem falar de a partir do momento em que ele fica amputado. Primeiramente, ele se torna uma pessoa com deficiência, o que já desmistifica a ideia de que quem tem defiiciência já nasce com uma. Em segundo lugar, em seus primeiros minutos aparecendo amputado, Soluço é glorificado por todos de Berg, não por ter deficiência, mas por ter revolucionado Berg. Em nenhum momento do filme (nem em sua continuação, o "Como Treinar o Seu Dragão 2"), ele não é tratado de maneira desigual em nenhum momento. Muito pelo contrário: com algumas acessibilidades (como na sela do Banguela (o dragão dele) ou usando prótese), ele é um hábil viking que consegue ir longe e encontrar sua mãe no segundo volume. Terceiro que na própria continuação, ele descobre quem ele é por dentro, de forma a desmistificar que pessoas com deficiência são apenas pessoas com deficiência: Soluço tem ensinamentos de seu histórico com Banguela, e principalmente, é um filho que herdou o jeitinho da mãe. Ele é muito mais que só com deficiência. Por último (mas não menos importante hahaha), ele tem uma namorada, Astrid, além de amigos fantásticos. Isto prova que pessoas com deficiência podem ter uma vida social normal e que nem sempre são assexuais.



Banguela (Como Treinar o Seu Dragão) - não nascido com deficiência, Banguela, o dragão de Soluço, é um exemplo claro do quanto a acessibilidade é importante para pessoas com deficiência. Ele também é amputado, perdeu parte de sua cauda. Diante disso, Soluço, seu dono, faz um ato inclusivo: constrói uma prótese para ele. Com ajuda da prótese e de Soluço, Banguela consegue voar novamente. Sem essas acessibilidades, o pobre bichinho iria morrer exilado.



Bocão (Como Treinar o Seu Dragão) - Apesar de ser o menos empoderado dentre os três personagens com deficiência da trama de Berg, Bocão é versátil: cumpre muito bem o seu papel de assistente do rei e de treinador de futuros matadores de dragões. Com um pouco de acessibilidade (perceba que o gancho dele está sempre mudando. Uma hora, é apropriado para tomar cerveja. Outra hora, para trabalhar, etc.), ele consegue tudo também.

Detalhe: assim como Soluço e Banguela, ele não tem deficiência desde que nasceu.

Curtam SaberDeficiência

'Burrinho terapeuta' ajuda menina com paralisia cerebral a falar

16:01:00


Noticiamos frequentes de histórias de crianças que encontraram nos animais um elo insubstituível. Há inúmeros casos de pequenos com alguma limitação de desenvolvimento que melhoraram depois de fortalecerem seus laços afetivos com os pets - a ciência comprova até que a relação com bichos pode fortalecer o sistema imunológico das crianças e reduzir as chances de doenças respiratórias.

A garotinha inglesa Amber encontrou um animal inusitado para chamar de melhor amigo: um burrinho chamado Shock. Depois de sofrer maus tratos e de ser encontrado machucado, o bichinho encontrou foi levado para o The Donkey Sanctuary, na Inglaterra, uma organização especializada na acolhida de animais em situação de abuso e negligência, que os capacita para o uso terapêutico. Lá, ele conheceu sua nova amiga.

Na época, Amber era completamente desprovida de linguagem verbal, não pronunciava uma palavra sequer. Isso porque, quando nasceu, a menina passou por uma cirurgia que cortou o fluxo de ar de suas cordas vocais, tornando-a muda. Além disso, ela tem paralisia cerebral, o que também dificulta seus movimentos.



Em entrevista ao site The Dodo, Austwick, mãe de Amber, conta que o vínculo afetivo entre a pequena e o burrinho foi crucial para o tratamento. "Foi bastante imediato ver que eles tinham um vínculo juntos, como eles eram ambos tão gentis um com o outro", relembra.

Graças à interação com o animal, os músculos de Amber ganharam força, e ela foi aos poucos desenvolvendo a capacidade da fala. As primeiras palavras dela foram "Eu te amo, Socky".

"Foi um momento de tanto orgulho e, claro, um enorme alívio saber que ela podia sim falar", lembra a mãe na entrevista. "Eu diria que eles se curaram".


As fotos mostram o amor entre os dois:







Esse bebê com deficiência acalmando seu irmão é a coisa mais linda

15:33:00

Um vídeo cheio de amor foi compartilhado no Instagram pela norte-americana Katie Whiddon, mãe de três filhos. Um deles, Camden, nasceu com uma malformação congênita em seus membros superiores.


As imagens vistas em todo o mundo mostram o momento íntimo entre dois irmãos, em que a força do carinho consegue o que poderia parecer impossível: que uma criança sem braços alcance a chupeta de seu irmão mais novo, que não parava de chorar.



Tarefas de irmão mais velho

Ao notar o mal-estar do bebê, que não parava de chorar, Camden se esforçou para poder entregar-lhe a chupeta. Ele a pegou em seus lábios e, com a ajuda dos antebraços, a colocou na boca do bebê, conseguindo fazer com que ele se acalmasse no mesmo instante.

Redes sociais

O vídeo já tem mais de 65 mil visualizações, mais de 1.500 comentários, e foi compartilhado em outras redes sociais, como Facebook e Twitter, onde viralizou em menos de uma semana.

Assista ao vídeo:





Via: Yahoo
Tecnologia do Blogger.