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Judoca cego reage a assalto e bate em ladrão

16:03:00

Um ladrão se deu muito mal ao tentar um assalto no Centro de Rio Preto. Ele tentou roubar o celular de um cego, mas o que ele não esperava era levar uma surra do deficiente visual, que é lutador de capoeira e judoca. O caso que parece ter saído de uma história em quadrinhos aconteceu na tarde de domingo, dia 25, na rua Voluntários de São Paulo e foi registrada em boletim de ocorrência na segunda-feira, dia 27.

Artista de rua e deficiente visual, Elvecio Xavier da Costa Filho ganha a vida tocando berimbau e violão no Calçadão e nas imediações do Hospital de Base de Rio Preto. Com muito bom humor, ele revela não ter sido a primeira vez que foi escolhido como vítima por assaltantes, que no final acabam fugindo. “Já tentaram me assaltar no ano passado do mesmo jeito. O pessoal pensa que a gente é cego e não tem como se defender”, diz.

No assalto de domingo, Elvecio percebeu o exato momento em que o assaltante arrancou o celular. Ele diz que até tentou evitar a briga, pedindo para o ladrão devolver o aparelho. “Como ele se recusou, eu dei um golpe de judô, um wazari, e depois um mata-leão. Foi aí que ele soltou o celular”, relata o deficiente.

A briga pelo celular não foi à toa. É que o aparelho é especialmente fabricado para cegos. O teclado está em braile, linguagem para deficientes visuais. “Só procurei a Central de Flagrantes, porque eu precisava fazer boletim de ocorrência para conseguir novo chip. O do aparelho caiu durante a briga e, mesmo tateando o chão, eu não consegui recuperar. Tem de tomar cuidado porque as ruas estão perigosas”, alerta o deficiente.

Casado e pai de uma filha, Elvecio, que é de Frutal (MG), viaja todos os dias para Rio Preto. Ele ficou cego em 2013, após levar um tiro de espingarda calibre 12 no rosto. Os estilhaços da bala perfuraram a visão e atualmente usa dois olhos de vidro. “Eu sou um ex-dependente químico, hoje tenho visão espiritual. Cego é esse rapaz que me atacou. Para vocês que estão nesta vida de drogas, saiam fora,” aconselha. Além de artista de rua, Elvécio diz que é massoterapeuta e dá palestras contra as drogas nos finais de semana.



Via: www.diariodaregiao.com.br

CROSSFIT- O novo esporte para cadeirantes!

18:04:00

Crossfit é um circuito de treinamentos com exercícios realizados repetidas vezes e em alta velocidade, para trabalhar o condicionamento físico geral. Os campeonatos são realizados por vários atletas que desafiam um ao outro, para ver quem está mais preparado. 

Em 2016, alguns campeonatos de Crossfit começaram a contaram com um espaço para conhecer o potencial dos atletas com deficiência e ao mesmo tempo divulgar o esporte para as pessoas, e assim poder agregar essa modalidade em outros estados do país.

Aos poucos o que era um sonho veio sendo concretizado, vários campeonatos seguidos começaram a surgir, assim como os grandes atletas em grande potencial de competição.

No último final de semana (18/02/2017 e 19/02/2017), ocorreu em São Paulo no Ginásio do Ibirapuera, o maior evento de Crossfit da América Latina chamado de "MONSTAR SERIES". 


Somente era permita as inscrições dos melhores atletas que passassem pelos "qualifiers", uma seletiva por vídeo. Terá três etapas no total, em São Paulo, Brasilia e Rio de Janeiro, todas contam com a categoria adaptada. 

Um dos atletas participantes foi Fernando Mendes, que a dez anos atrás se tornou paraplégico, e hoje comemora a sua vitória neste esporte inovador,

"... Tive o privilégio de poder competir pela categoria RX o qual fui campeão..." diz, Fernando Mendes.

Esse campeonato representa um marco dentro do Crossfit, pois conseguiu incluir a categoria adaptada em outras etapas: em Brasilia e Rio de Janeiro.

"...O meu maior sonho dentro desse esporte é promover a inclusão e reabilitação através da prática. Se tratando de um esporte bruto e de extrema força e resistência, acredito que conseguiremos tirar esse dogma de que cadeirante é coitado, ou frágil... Temos potencial para ser quem quisermos ser, tudo é possível!..." diz, Mendes.



Fernando, e seus amigos, segurando seu prêmio por levar a vitória na categoria RX.
Fotos: Arquivo pessoal de Fernando Mendes.
CONTATO:
fernandosmendesjunior@gmail.com
Instagram - @jumper_fernando
Facebook - Fernando Mendes

Joseense se destaca como o 1º cadeirante atleta de calistenia

16:48:00

O atleta Akinfas Sant'ana tem mesmo sede de adrenalina. Ele já jogou basquete sobre rodas, já dançou tango, praticou paraciclismo, crossfit, atletismo, e hoje se dedica ao halterofilismo e à calistenia, sendo o primeiro cadeirante brasileiro a praticar o esporte.

Essa modalidade de nome um pouco incomum é mais familiar do que se imagina. Quem participou das aulas de educação física durante o período escolar com toda certeza já praticou a Calistenia, que nada mais é do que a execução de exercícios físicos usando o peso do próprio corpo. São as flexões, barras, agachamentos, abdominais, entre outros exercícios. E se engana quem acha que Calistenia é sinônimo de exercícios fáceis, pelo contrário, a prática exige grande esforço muscular.

Akinfas Sant'ana dos Santos, tem 21 anos e nasceu com uma má formação na coluna, o que levou à perda dos movimentos dos membros inferiores (pernas). Desde criança, Akinfas não deixou que nenhuma dificuldade vinda da deficiência o derrotasse. "Eu não sinto que sou deficiente, pois sou muito independente. A vida nos ensina a ultrapassar por cima dos obstáculos com o sorriso no rosto", diz.

Em 2014 ele conheceu a Calistenia por meio de alguns amigos e iniciou a prática da atividade. De acordo com o atleta, o esporte trouxe melhoras na respiração, batimentos cardíacos, e assim, na qualidade de vida.

No Brasil, Akinfas é o primeiro cadeirante a se aventurar no esporte, e por isso ainda não pode participar de competições. Ele diz conhecer mais um representante da Calistenia para cadeirantes nos Estados Unidos e outro no México."Ser o primeiro é uma conquista para a classe das pessoas com deficiência no país. O esporte mudou muito a minha vida, tirou minha timidez, melhorou minha qualidade de vida. Hoje meu objetivo é ser reconhecido nacionalmente e internacionalmente".

A rotina de treino do atleta é composta por acrobacias e repetições. Hoje ele pratica o esporte todas as manhãs, enquanto também se dedica ao halterofilismo. Akinfas participa de um grupo de Calistenia, o 'Barrudos'.

Sobre a abertura do esporte aos deficientes, ele relata que tem melhorado, mas algumas iniciativas ainda precisam ser tomadas. "Hoje em dia os deficientes físicos estão tendo mais oportunidades no mundo esportivo, o que precisa melhorar é o governo dar mais apoio para esses atletas", diz.

Para o educador físico Artur Hashimoto Inoue, especializado no trabalho com cadeirantes, a atividade física voltada aos deficientes físicos pode equilibrar alguns estímulos que visam melhorar a força, resistência e flexibilidade. "Isso proporcionará mais autonomia no dia a dia do cadeirante, que passará a realizar suas tarefas com mais segurança e eficiência além dos benefícios relacionados ao controle da pressão arterial, colesterol entre outros que podem causar possíveis comprometimentos para sua saúde. Mas é importante reforçar que o treinamento só é aplicado quando o cadeirante recebe alta do tratamento realizado pelo fisioterapeuta", alerta.

Não podem andar, mas realizarão sonho de voar!

03:42:00
Instrutor de parapente faz campanha visando promover voos gratuitos para pessoas cadeirantes


Existe um lugar onde todos podem ser iguais. Com as mesmas capacidades, medos, sensações. Geziel Bezerra, 32 anos, sabe disso. E sonha em alcançar essa igualdade de condições. Cadeirante, ele alimenta um desejo antigo de voar. Está certo de que sua cadeira de rodas não é empecilho. Geziel tem razão. Em Pernambuco, um piloto com quase duas décadas de experiência lançou uma campanha de crowdfunding na plataforma kickante chamada Não consigo andar, mas posso voar. A ideia é promover voos gratuitos de parapente para cadeirantes que não têm condições de arcar com o custo do voo. O valor a ser alcançado é R$ 19 mil e o dinheiro arrecadado seria usado nos gastos com transporte, alimentação e adaptação de equipamentos.

Cláudio Cardoso, 47 anos, explica que seu projeto duraria seis meses e atenderia, em média, 50 cadeirantes. “Faríamos um passeio e um dia inteiro. O voo seria a cereja do bolo”. Ao longo da carreira, voou com pelo menos quatro cadeirantes. “A minha emoção é sentir a emoção do outro. No voo a gente fica focado porque não pode passar insegurança. Mas quando vejo os vídeos, chego a chorar de emoção”, conta.

O voo, segundo Cláudio, é seguro. “O medo é natural, mas o interessante é vencer esse medo. Na hora de voar, todos são iguais, cadeirantes ou não”, pontua. Para o piloto, a atividade é uma forma de ofertar aos cadeirantes uma nova visão de mundo. Muitos acham que essa possibilidade está distante da vida deles”.

O voo de parapente pode ser feito por pessoas de qualquer idade. O importante é ter mais de 40 quilos e menos de 100 quilos. A atividade acontece na Praia do Sol, no litoral sul da Paraíba, e em Vicência, no Agreste pernambucano. O local precisa ter condições de decolagem e pouso no mesmo ponto. O voo pode alcançar uma média de dois mil metros e custa cerca de R$ 200.


Ao longo da profissão, Cláudio conta nunca ter sofrido qualquer acidente com o parapente. O piloto tem uma empresa no ramo chamada Cloud, onde promove cursos e voos. A maior parte da clientela, conta, é formada por mulheres. Segundo ele, existe grande interesse de cadeirantes pela atividade. “Muitos não têm condições financeiras.

“Medo eu tenho, mas queria sentir a emoção, a adrenalina”, comenta Hugo de Souza, 33. Para Luiz Fernando Braga, 40, desafio mesmo é enfrentar as más condições da cidade para o cadeirante. Emídio Costa, 53, acredita que “lá em cima é todo mundo igual. Se eu tivesse medo, nem saía de casa”, brinca Emídio.

Cláudio Cardoso vai contar com a capacitação de um ano no Porto Social para ter sucesso na iniciativa. Ele é uma das 50 pessoas escolhidas para receber orientações na instituição ao longo de um ano para tocar projetos sociais junto aos mais diversos públicos. Além de estar à frente do Não consigo andar, mas posso voar, Cláudio também aposta no projeto Lixo Amigo. Sócio em uma empresa de criação de embalagens, ele conta sentir um peso na consciência quando encontra material que ele próprio idealizou jogado na rua, como lixo.

“O lixo pode voltar a ser a mercadoria que era no início do ciclo ou ser reaproveitado de alguma forma, após ser reciclado. Acredito ser possível gerar emprego e renda em comunidades carentes e ao mesmo tempo promover educação. Acho que se eles são beneficiados pela renda, passam a valorizar e perceber que existe um benefício real”, raciocina Cláudio Cardoso.

Quem desejar colaborar com a campanha para os cadeirantes pode acessar o endereço eletrônico www.kickante.com.br/campanhas/nao-consigo-andar-mas-posso-voar.

ATLETAS OURO NA BOCHA MOSTRAM EM SUAS HISTÓRIAS O VALOR DO ESPORTE COMO INCLUSÃO.

05:17:00

Antônio Leme e Evelyn Oliveira comemoram medalha

 Das 12 medalhas de ouro conquistadas pelo Brasil na Paraolimpíada do Rio, uma delas, a da bocha classe BC3, para pessoas com restrições severas de movimentos, se destaca pelo simbolismo e pelo incremento do valor do esporte no país como instrumento de inclusão.

Evelyn Oliveira, 39, o cérebro e a estrategista do grupo, e Antonio Leme, 48, o coração e a emoção das disputas, mais Evani Soares Silva, 26, que não chegou a atuar em quadra, a bordo de suas cadeiras de rodas motorizadas e com auxílio técnico para selecionar as calhas -que projeta bolas para a frente-, protagonizaram um dos momentos mais marcantes dos jogos, ao gritarem de alegria quando venceram, na final, a favorita Coreia do Sul por 5 a 2 na última segunda-feira (12).

Por trás da conquista dos dois paulistas que, em jogos nacionais, são rivais por títulos e estavam havia anos tentando compor a seleção brasileira de bocha, há o enfrentamento de desafios cotidianos básicos, como o ir e vir, para se manterem atletas.

Antônio, o Tó, treina há dez anos em Jacareí, no interior de SP. Como teve, em razão de paralisia cerebral ao nascer, reflexos diversos no corpo e na fala -usa o pé direito para manusear os controles da cadeira de rodas e o nariz para digitar ao celular-, tem os irmãos Rosangela, Osvaldo e Fernando como apoiadores e suporte dentro e fora das arenas.

"A bocha mudou a minha vida. Amo o que eu faço", diz Antonio, cujas falas são interpretadas por Fernando, seu braço direito.

O hoje campeão paraolímpico viveu até 2012 vendendo salgados, doces, jornais velhos e bananas de sua cidade. No final do dia, não raro era assaltado e perdia tudo o que havia ganhado com o trabalho. Por mais de dez anos, não teve cadeira de rodas moderna e se deslocava em um modelo manual, com a força de uma das pernas.

Foi alfabetizado em casa porque nenhuma escola o acolheu inclusivamente.

"Mexiam comigo, me humilhavam e riam de mim. Aprendi a ler e escrever bem mais tarde. E foi com o esporte que encontrei meu caminho. O esporte tem condição de mostrar que somos iguais."

O atleta treina no clube da Cepac (Associação Criança Especial de Pais e Companheiros) e lamenta ter começado tarde a ser esportista (com mais de 30 anos).

CÉREBRO

Enquanto Tó tem sorriso aberto e muita expressividade, Evelyn, que treina pelo Sesi-SP e mora em Suzano, é mais tímida e compenetrada.
Mantém unhas compridas e coloridas e os cabelos bem-arrumados. Em competições, fica compenetrada na técnica e na escolha das melhores calhas para atingir o objetivo de pontuar -aproximando mais bolas da equipe de uma bola de referência lançada no início da partida.

Para ela, a conquista do ouro é consequência de um trabalho que gera resultados desde 2013. "Foi diferente chegar à final com os melhores do mundo e ganhar, mas sabíamos que era possível".

Nascida em berço humilde, com pai vigilante e mãe auxiliar de enfermagem, ela treina três vezes por semana por até oito horas. Ao ser diagnosticada com atrofia muscular espinhal, enfermidade degenerativa que também acomete seu irmão, Anderson, igualmente atleta da bocha, recebeu a sentença de que viveria até os 14 anos.

Medalhistas de ouro do Brasil da esquerda para a direita, Evelyn Oliveira, Antônio Leme e Evani Soares

"Meus pais sempre fizeram de tudo para que eu e meu irmão tivéssemos boa qualidade de vida. Nos deram alfabetização em casa porque as escolas nos rejeitaram. O acesso à educação formal e a uma cadeira de rodas só tive aos 18 anos", declara.

Segundo Evelyn, a bocha exige investimentos pesados para os atletas com deficiências graves. "Precisamos trocar sempre os equipamentos, que são importados e muito caros, precisamos de apoio técnico, carros adaptados."

A campeã paraolímpica, que estuda publicidade e propaganda, afirma estar preparada para a evolução natural de sua doença, que pode tirar-lhe ainda mais mobilidade e sua competitividade.

"A bocha é um esporte inclusivo, um esporte de possibilidades. Por mais que a deficiência venha a avançar, se houver o desejo e a vontade de jogar e disputar, existem novas formas de adaptação para se manter competitivo."

Sobre o futuro, ela diz que é um ponto de interrogação.

"Aqui [no Rio] o clima está maravilhoso. A torcida foi fantástica. As pessoas nos abraçam, querem fotos, contato. O futuro, ainda não sei. Penso que teremos muita pressão por mais resultados. Espero contar com os apoios de que precisamos."


Paralimpíada da Beleza: Conheça as musas e musos dos Jogos Paralímpicos - Rio 2016

06:55:00


Estamos acostumados com os padrões de beleza que a sociedade impõem sobre nós, corpos magros, definidos, perfeitos... Mas a beleza vai muito além!

Prova disso são as pessoas com deficiência que fogem totalmente do padrão e mesmo assim possuem uma beleza notável mas que nem todos conseguem enxergar.

Nas últimas semanas tivemos a Paralimpíada Rio 2016, onde vários paratletas com variadas deficiências chamaram atenção por suas habilidades e também pela beleza. 

Veja a lista a seguir, de alguns desses paratletas que se destacaram:

TIME FEMININO:

Jessica Jane Applegate - Grã Bretanha- Natação

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Maya Nakanishi - Japão - Atletismo




Hannah Cockroft - Corrida em Cadeira de Rodas - Britanica



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Birgitte Reitan - Hipismo - Noruega



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Nuria Soto - Espanha - Natação

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Amy Purdy - Snowboarder - EUA
Ela participou da cerimônia de abertura, mas não competiu nenhuma disputa






Jessica Long - Natação - USA







Abassia Rahmani - Atletismo - Suiça




Marinalva de Almeida - Vela - Brasil









Gelson Jose da Silva Junior - Basquete em Cadeira de Rodas / Brasil             





Jonnie Peacock - Atletismo / Reino Unido



Jon-Allan Butterworth - Ciclismo / Reino Unido               

Talisson Glock - Nadador/Brasil






Bradley Snyder - Swimming/USA





Trevon Jenifer - Wheelchair Basketball/USA





Luciano Bezerra Dantas - Halterofilismo - Brasil
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David Behre - Atletismo - Alemanha
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André Brasil - Nadador - Brasil
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Colaboração: Thaíse Maki e Ana Carolina de Oliveira
Fotos: Google
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