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Cadeirantes vivenciam experiência como modelos

05:29:00

Os looks do período mais frio do ano estiveram em evidência nos corpos de mais de 20 cadeirantes na noite dessa terça-feira, dia 24. Integrantes da Associação Vida Ativa São José, que completa dez anos de existência neste mês, os cadeirantes protagonizaram um desfile de moda na Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

Uma explosão de alegria. Este foi o sentimento da presidente da Vida Ativa, Maria Luiza Lessa, momentos antes de entrar na passarela. “Este desfile para nós é muito significativo, pois faz com que o povo perceba que os cadeirantes têm direitos e que somos todos iguais”, destaca.

As roupas, calçados e acessórios foram doados pelo Núcleo de Moda da Associação Empresarial e os ajustes nos corpos dos cadeirantes foram realizados pelos acadêmicos do curso de graduação de Design de Moda Senai/Unesc.

De acordo com a coordenadora do curso, Charlene Vicente Amancio Nunes, esta foi uma oportunidade dos alunos pensarem de forma prática, a funcionalidade, a ergonomia e a vestibilidade de uma roupa. “Por meio de projetos sociais como este é possível que eles vivenciem as dificuldades de trazerem esta experiência para a criação de novos produtos de moda relacionados a este público”, avalia.

As acadêmicas Lavínia Maccari e Ana Claúdia Zanette participaram da preparação das roupas utilizadas pelos modelos dessa terça-feira. “Esta ação nos fez refletir que é preciso pensar em todos os públicos e exercitou nossa criatividade de oferecer aos cadeirantes peças bonitas e confortáveis”, destaca Ana Cláudia.

Já no fim do desfile uma das modelos surpreendeu o público entrando na passarela vestida de noiva, casando-se no palco do auditório e emocionando os espectadores.


Vida Ativa – A Associação Vida Ativa São José completa dez anos de história no próximo domingo, dia 29. A entidade é um grupo interdisciplinar sem fins lucrativos de apoio voluntário aos cadeirantes e seus familiares.

O desfile teve como objetivo oportunizar os cadeirantes, levando dignidade e elevando sua autoestima. Além disso, teve como função alertar aos membros da sociedade sobre as necessidades em relação à mobilidade urbana, entre outras dificuldades impostas no dia a dia do cadeirante.

Colaboração: Novo Texto Comunicação/Comunicação Senai








www.engeplus.com.br

Cachorro ajuda menina com deficiência rara a voltar a andar

03:52:00

O cachorro realmente é o melhor amigo do ser humano. E histórias como a da pequena Bella Burton comprovam isso. Com apenas 10 anos, ela enfrenta uma rara deficiência genética e só voltou a andar com a ajuda do seu cão George, da raça Great Dane.

A doença de Bella, Síndrome de Morquio, afeta o crescimento ósseo e limita sua mobilidade. George usa toda a sua altura e patas compridas ajuda a garota se locomover.
“Eu tive cadeiras de rodas, andadores, muletas e agora temos George e eu deixei de lado minhas muletas e comecei a contar com ele”, disse Bella.
O cachorro foi treinado por uma organização chamada Service Dog Project, que treina animais para desenvolverem a habilidade de ajudar pessoas com limitações de equilíbrio e mobilidade.

Hoje Bella é capaz de levar uma vida plenamente ativa correndo no parque infantil e indo em passeios de bicicleta; atividades que ela não conseguia participar antes da chegada de George que foi adotado e tornou-se parte da família.

Sua história tem circulado ao redor do mundo, e muita gente quer acompanhá-los mesmo virtualmente através de sua página no Facebook. 

Para Bella, George não é apenas a sua muleta, ele se tornou seu melhor amigo também.



Sarah - O maior e melhor centro de reabilitação do Brasil

05:50:00

Em 55 anos, a Rede Sarah tem reconhecimento de melhor hospital público do mundo, atraindo pacientes de todas as partes do país

Certo dia, o ex-presidente Juscelino Kubitschek sentou-se ao pé da cama da filha Márcia, que sofria de problema na coluna e, para consolá-la, disse que chegaria o dia em que haveria cura para todas as enfermidades. Isso ainda não aconteceu, mas, fruto desse desejo, em 1960 nasceu o hospital que dá esperança a milhares de brasileiros. O nome escolhido foi Sarah, em homenagem à mulher de JK, responsável por fazer o centro de reabilitação sair do papel. Coincidentemente, sara significa cura. É curando, não só as enfermidades do paciente, mas, sobretudo, as dores da alma, que a Rede Sarah atua.

Por meio de um trabalho humanizado que utiliza a natureza e a arte como instrumento na reabilitação, a Rede Sarah incentiva seus pacientes a superarem cada dificuldade. “Doença nem sempre é um obstáculo intransponível. Existem fendas pelas quais podemos escapar e redescobrir a vida. Depende de nós”. As palavras são de um paciente e estão expostas em um dos painéis localizados na unidade do Lago Norte, em Brasília. Ele perdeu parte dos movimentos do corpo, mas ainda podia mexer a mão. Passou a pintar e a descobrir uma nova forma de se expressar.

Com dez unidades pelo Brasil e referência em ortopedia e neurologia, o Sarah é um hospital que pensa nas potencialidades do indivíduo. Quem ama a natureza pode fazer fisioterapia velejando ou remando no Lago Paranoá. A música pode embalar outras sessões. Também a pintura é usada para ajudar na reabilitação. Adentrar nas dependências deste lugar inesquecível é ter a certeza de que, sim, é possível ter saúde pública de qualidade no Brasil.


O Sarah é mais que um hospital, é um lar pronto para acolher qualquer ser humano. Um lugar grandioso, bonito, que envolve arte, arquitetura e design em sua concepção. Traz uma sensação de bem-estar inexplicável. A arquitetura de todas as unidades da rede tem estética moderna. O arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, pensou em estruturas metálicas curvas no teto, que imitam ondas, chamadas de shed. A forma irreverente do teto chama a atenção e traz sensação de amplitude, permite a entrada da luz e a ventilação nos ambientes.

Para trazer um pouco de cor nas paredes que são de concreto e vidro, desenhos do artista Athos Bulcão formam imensos painéis decorativos. A proposta modernista segue nos corredores amplos, nos jardins de inverno, no piso uniforme. Nada na Rede Sarah ostenta. O ambiente é clean e promove perfeita integração entre a concepção arquitetônica e as necessidades médicas e terapêuticas.

O sonho

Em uma visita a Londres, na Inglaterra, na companhia da filha Márcia, a então primeira-dama Sarah Kubitschek conheceu um moderno centro de reabilitação. Resolveu fazer o mesmo na recém-inaugurada Capital Federal e, em 1960, nascia, junto com Brasília, o Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek, implantado pela Fundação das Pioneiras Sociais.

Esse projeto não poderia ser realizado se não fosse a audácia e os conhecimentos de um homem: Aloysio Campos da Paz Júnior. Médico formado no Rio de Janeiro, Campos da Paz foi até Oxford, na Inglaterra, se especializar em ortopedia e reabilitação. Em 1968, assumiu o Hospital Sarah em Brasília e assim passou a aplicar todos os seus conhecimentos médicos e também de gestão no hospital. “Quando cheguei em Brasília com minha mulher, olhávamos a noite pela janela do hotel assustados com o ruído e a luz dos holofotes. Era a cidade sendo construída. Ali nós tivemos um sensação de futuro”, disse em entrevista ao jornalista Jô Soares, em 1996.

A sensibilidade de Campos da Paz foi fundamental para a concepção do novo Centro de Reabilitação e para como não torná-lo obsoleto, diante das burocracias de uma entidade pública. O hospital começou a funcionar como assistência médica gratuita a toda a população em dedicação exclusiva, ou seja, não podem trabalhar em outro lugar para que não haja conflitos de interesse.

Em 1991, outra decisão importante foi fundamental para que o hospital se configurasse no futuro como uma referência no mundo. Um modelo de gestão criado na França serviu de inspiração para o Brasil. Todo ano se faz um planejamento para estabelecer os recursos financeiros que serão necessários para a rede funcionar. Então, o Governo Federal libera a verba em 12 parcelas.

Iniciava nessa época a expansão do hospital sob uma gestão inteligente. As primeiras unidades construídas foram em São Luís (MA), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG). Em 2003, Brasília recebe a segunda unidade, no Lago Norte. Nos anos seguintes, foi a vez de Fortaleza (CE), Ilha da Pombeba (RJ), Macapá (AM) e Belém (PA). Ao todo, são dez unidades com o mesmo padrão de qualidade e foco humanista. Entre as especialidades atendidas estão: ortopedia; pediatria do desenvolvimento; reabilitação neurológica; neurocirurgia; genética médica; cirurgia plástica reparadora; oncologia; e neurorreabilitação em lesão muscular.

O legado
Ele, um excelente médico, um extraordinário gestor. Ela, uma jovem envolvida com a arte, que começava a desenvolver trabalhos na área de neurociência, uma especialidade pouco conhecida na época. Campos da Paz encontrou na estudante recém-chegada da Universidade de Brasília (UnB), Lúcia Braga, a parceria necessária para expandir a Rede Sarah e levar sua expertise para o resto do mundo. Ele já havia vislumbrado que os estudos da neurociência abririam um campo de oportunidades por desvendar os mistérios do cérebro. Por isso, convidou Lúcia para integrar a equipe.

Quem trabalha na Rede Sarah assume um comportamento humanista. Lúcia está há 38 anos no Sarah. Em 2007, substituiu Campos da Paz na gestão da rede. Dificilmente, alguém irá encontrar um funcionário recém-contratado. Eles estão ali há anos, em dedicação exclusiva. Campos da Paz é o maior exemplo de que não há outro lugar que médicos e profissionais da saúde queiram estar senão no Sarah. Com a saúde fragilizada, ele sempre se tratou no hospital que ajudou a criar. Faleceu no dia 25 de janeiro deste ano, na unidade centro, em Brasília, devido a uma insuficiência respiratória.

Arte e natureza

Um paciente com lesão medular, por exemplo, precisa manter o braço fortalecido para conseguir sair da cadeira e fazer tarefas cotidianas, como ir ao banheiro e deitar-se na cama. Inevitavelmente, os exercícios de fisioterapia vão ficando chatos e cansativos. Por que não deixar o paciente remar no Lago Paranoá? Para aqueles que têm dificuldade de equilíbrio, por que não levá-los para um veleiro e trabalhar os movimentos de uma forma natural e agradável?

O engenheiro argentino Luís Lancelli foi acometido de poliomielite aos seis anos de idade. Ele trata há 34 anos na Rede Sarah e chegou a ser atendido pelo próprio Campos da Paz. As sequelas da doença o afetaram nas duas pernas e no braço. Com o trabalho desenvolvido no hospital, Lancelli conseguiu reverter algumas limitações. Ele não sente mais as dores de cãibras que sentia no passado, graças a um trabalho multidisciplinar que envolve uma equipe de seis profissionais.

O trabalho de Lancelli não se limita às sessões em que tonifica seus músculos. O engenheiro também passou a criar histórias em quadrinhos. “Sempre tive uma inclinação pela arte. Foi frequentando o Sarah que criei um personagem do século XVIII e, ao contar sua trajetória, vou citar momentos emblemáticos da nossa história, como o período da escravidão, da Inconfidência Mineira. Um trabalho histórico e social”, revela Lancelli.

Um paciente querido no hospital foi Eliot Rosário, que morreu de câncer há dois anos. Ele teve um acidente vascular cerebral e perdeu a fala, por anos foi paciente do Sarah. Para se comunicar com o mundo, foi aos poucos descobrindo e desenvolvendo uma linguagem própria na qual busca na memória lugares e paisagens escondidas, desembocando num colorido alegre e vivo. Assim, ele se revelou um belíssimo pintor, capaz de manifestar sensações diversas ao espectador de sua obra.

Nas dependências de cada unidade há a área hospitalar, em que são realizadas as cirurgias e onde estão os leitos dos pacientes, o laboratório, o setor de pesquisa, os refeitórios, a emergência, a recepção e o espaço para atividades multidisciplinares – que inclui os equipamentos para as atividades motoras – o ginásio e a brinquedoteca. No ginásio, cadeirantes podem jogar basquete, tênis de mesa ou bocha, por exemplo. Há o espaço das piscinas para os pacientes realizarem a fisioterapia ou natação. Na unidade do Lago Norte em Brasília, as atividades envolvem canoagem e veleiros no Lago Paranoá. Há aulas de dança, oficinas de pintura e sessões de música. A ideia é o paciente estar em ação com o prazer. As atividades podem ser feitas com bola ou cordas. Na unidade de Fortaleza, há oficinas de horta e jardinagem. Sempre se aproveita o espaço disponível.

Um trabalho realizado pela neurocientista Lúcia Braga virou uma publicação. Ela foi pioneira no mundo num estudo comprovando que a voz da mãe ativa no cérebro do seu bebê áreas muito maiores que a voz de uma pessoa desconhecida. O manual repercutiu em países como China, Eatados Unidos, Dinamarca e Qatar. Sheikha Mozah, uma das donas da rede de televisão Al Jazeera, convidou Lúcia para implantar o mesmo que fez no Brasil nos hospitais do Qatar. “Ela me ofereceu um salário sem limite. Mas não podia me afastar. Fiz um compromisso ético em fazer uma saúde pública de qualidade no meu País. Não há dinheiro no mundo que pague ver a satisfação da população”, relembra.

Celebridades

“Caríssima Lúcia, só para pedir que perdoe minha imperdoável grosseria em não lhe agradecer diariamente o cuidado com que tratou minha alma em momento crucial. Um enorme abraço, Millôr”. Esse é um exemplo dos diversos e-mails que a médica recebe de seus pacientes em agradecimento. Curiosamente, esse e-mail é do escritor, humorista e jornalista, Millôr Fernandes.

O Sarah é uma rede de saúde tão eficiente, que celebridades que poderiam se tratar em qualquer lugar do mundo, preferem estar lá. O jornalista Hermano Vianna fez uma via crucis em busca do melhor lugar para tratar o irmão, o vocalista da banda Paralamas do Sucesso, Hebert Vianna, que lesionou a medula e o cérebro num trágico acidente de ultraleve. Surgiram opções em Cuba e nos Estados Unidos. Foram os médicos americanos que apontaram Lúcia Braga como a profissional ideal para atender o músico. “Podemos dizer que existe algo de primeiro mundo aqui no Brasil”, disse Hebert Vianna sobre a Rede Sarah, em um show que fez para os pacientes, em Brasília, no mês de março.
Lúcia Braga está no livro de crônicas da atriz Fernanda Torres por ter tratado seu pai, o também ator Fernando Torres. Ela aparece no livro de memórias do escritor Jorge Amado, paciente que ajudou a reabilitar quando teve problemas na visão. “Ele havia parado de escrever, então comecei a estimulá-lo. Ele ditava e eu redigia. Foi assim que ele criou o livro: Boris, o Vermelho. Eu trato o paciente no contexto dele. Se vou tratar o Fernando Torres, vou trabalhar com teatro. Se é o Jorge Amado, vou usar a literatura”, conta a médica.

É, de certa forma, um troféu quando artistas e pessoas famosas se tratam e visitam a instituição. Eles acabam por divulgar o trabalho que é desempenhado. Também foram pacientes do Sarah pessoas notórias, como o antropólogo Darcy Ribeiro, o carnavalesco Joãosinho Trinta, o vocalista da banda LS Jack, Marcus Menna. No teatro Sarah Centro, em Brasília, inúmeros artistas se apresentaram para alegrar e incentivar pacientes, dentre eles, o cantor Leoni, as atrizes Letícia Sabatella, Eva Wilma e Fernanda Montenegro. Em junho de 2014, príncipe Harry, da Inglaterra, visitou uma das unidades para conhecer de perto o hospital.

Modelo de gestão

A Rede Sarah possui um sistema informatizado que controla todas as áreas, no qual se tem acesso desde a compra de medicamentos no almoxarifado até o prontuário do paciente. Implantado em 2006, ele registra tudo que ocorre em todas as redes, como quantidades de cirurgias realizadas, número de pessoas atendidas, além de mostrarem a satisfação do cliente.

Para se consultar, o paciente não precisa ir até lá. O cadastro é feito pelo site, que gera um protocolo, e aí é só aguardar o contato do hospital. Quando o paciente for até o Sarah, a consulta já é garantida. Atualmente, o hospital está instalando totens de check-in, em que o próprio paciente irá informar sua chegada. Além disso, o profissional consegue acessar o tratamento realizado no Sarah online, com direito a fotos, vídeos, laudos, exames e comentários dos médicos.



Há pacientes que se tratam lá por toda a vida. A maioria dos tratamentos são contínuos, porque muitos pacientes tiveram lesões irrecuperáveis. Eles tratam para amenizar as dores. Mas o Sarah é um hospital que ensina o paciente a se cuidar em casa. Então, em alguns casos, eles começam a ir todos os dias nas aulas de fisioterapia e depois fazem os exercícios em casa e só vão ao Sarah, de vez em quando, fazer uma manutenção.

Racionalização de custos. Zero burocracia. Tudo é pensado de maneira estratégica. Nenhuma unidade do Sarah, por exemplo, tem em suas dependências ar-condicionado. A arquitetura criada por Lelé faz com que o ar circule. A economia está em todas as áreas. A presidente do hospital não tem secretária. O número de funcionários é bem menor do que se pensa. São 368 médicos para atender 1,5 milhão de pacientes por ano.

O mundo inteiro chega até a Rede Sarah para aprender este sistema de gestão. Segundo a médica alemã Elise Klein, que estava acompanhando os trabalhos de pesquisa desenvolvidos no Sarah no dia em que a reportagem visitava a unidade, os brasileiros têm muito a ensinar aos alemães. “É completamente diferente do que acontece em meu país, porque aqui o trabalho é feito em conjunto. Vi grupo de vários médicos, de várias especialidades, discutindo junto com o paciente e sua família, o melhor tratamento no processo de recuperação. Na Alemanha, o paciente iria passar de médico em médico e cada um iria dar uma opinião diferente”, conta Elise. “Para mim, não há problema, só existe desafio”, finaliza Lúcia.

Fotógrafo especializado em Crianças com deficiência - Eduardo Guilhon

05:52:00
    É um fato curioso ver um fotógrafo dizer ser especialista em Crianças com Deficiência, mas ele existe e pode fazer toda a diferença no registro fotográfico do seu filho especial, conheça o trabalho e história do Fotógrafo Eduardo Guilhon e se emocione...
   O fotógrafo Eduardo Guilhon http://www.guilhonfotografia.com.br/) com 33 anos, natural de Florianópolis/SC e atualmente morando em Blumenau/SC, começou sua carreira no ano de 2007 como fotógrafo, mas foi em 2009 que conheceu a Special Kids Brasil (projeto que defende a inclusão social através da fotografia), sendo o primeiro catarinense especializado em fotografar crianças com deficiência.
   Produzindo belíssimas imagens e emocionando muitas pessoas, que fez com que suas fotos fossem publicadas em revistas, jornais, sites e selecionadas para exposições fotográficas coletivas realizadas em diversos estados.
Figura 1 - Érica (Síndrome de Down)

O Inicio de tudo, uma nova paixão...
   Tudo começou com o “Workshop de fotografia: Fotografando crianças com necessidades especiais”, ministrado pelo fotógrafo e grande amigo Rubens Vieira, Fundador da Special Kids Photography Brasil no ano de 2009. Uns dos processos para ser um fotógrafo certificado é ter que produzir 4 ensaios com famílias diferentes, onde é elas precisam enviar um depoimento para a empresa certificadora (Special Kids). 
   Nunca que ele iria imaginar que logo em seu primeiro trabalho, algo tão simples se tornaria especial e compensador, até conhecer a Andreia e sua linda filha Maria Eduarda, uma criança maravilhosa e sapeca que foi diagnosticada com Síndrome de Down.

Figura 2 - Maria Eduarda (Síndrome de Down)
   Começar o ensaio em Blumenau no final do ano de 2009 e com um valor considerável, foi como começar uma corrida de Formula 1, com você achando que é o Felipe Massa e descobrindo logo de inicio que na verdade que está mais para Rubinho Barrichello. 
   Foi assim que o fotógrafo Eduardo Guilhon se sentiu durante o ensaio, percebendo que de fato a pequena Maria Eduarda (apesar da Síndrome de Down) era como qualquer outra criança (ela corria, chamava, sentava, deitava, reclamava, pedia beijo, fugia e fazia arte) fazendo ele a e Mãe correrem atrás dela o tempo todo.
    Ao final do ensaio a Maria Eduarda e sua mãe com um simples abraço, um beijo e a palavra magica “Obrigado” (com um sorriso de ponta a ponta), conquistou seu coração, ali ele sabia que teria duas amigas para o resto da vida e que estava no caminho certo.
Figura 3 - Tainá (Autismo e Cardiopatia Grave)
Figura 4 - Caiano (Paralisia Cerebral)

A importância de procurar um profissional qualificado!
   Uma sessão de fotos com uma criança típica já é extremamente desafiadora para a maioria dos fotógrafos, agora some Autismo, ou Paralisia Cerebral, ou Múltiplas Deficiências juntas, por exemplo, a esta fórmula.        Com isso muitos fotógrafos ficam receosos para realizarem o registro fotográfico e quando o fazem não demonstram confiança e nem segurança, podendo levar todo o trabalho por água a baixo, além de colocar a criança em risco. 

Figura 5 - Guillermo (Autismo, Surdez Bilateral Profunda e TDAH)

   É essencial ter cuidado redobrado com a higiene, visto que muitos deficientes tem uma baixa imunidade. E com a intenção de garantir sua segurança é preciso estar apto a reagir em casos, como uma convulsão, ou uma troca de dreno, por exemplo. Por isso é imprescindível estar atento às orientações dos pais.
   E percebendo isso, os pais de crianças com deficiência, em sua ampla maioria, nem sequer pensam na possibilidade de terem seus filhos retratados por um profissional. Os pais que se arriscam, e – com alguma facilidade – encontram um profissional não qualificado, expressam sua frustração: eles sempre esperam, mas nem sempre recebem uma imagem capaz de trazer a tona a verdadeira “essência” de seu filho(a) especial. 
   Por isso que antes de qualquer coisa, fotógrafos como o Eduardo Guilhon fazem uma entrevista, com os pais da criança, ou com o próprio fotografado, preenchendo um questionário com informações cruciais para realização do trabalho, reunindo informações para a realização de um ensaio seguro e repleto de belas imagens.
Figura 6 - Vinicius (Síndrome de Down)
  Atualmente tem trabalhando com Crianças e Adultos com Deficiência, inclusive está desenvolvendo um projeto fotográfico envolvendo Paratletas (Atletas com Deficiência) de Blumenau e região, registrando-os jogando Basquete, fazendo natação, corrida, lançamento de dardo e muito mais, visando mostrar o “Deficiente Eficiente”, esse projeto faz parte de uma exposição que será apresentada pela primeira vez no PARAJESC de 2014 que ocorre de 29/08 a 01/09 na cidade de Blumenau.
Figura 7 - Yuri na Natação (def. fisica), Suzana no lancamento de dardo (def. fisica) 
e o Airton na Corrida (def. visual)

   A paixão pelo tema cresceu tanto, que está com um projeto fora da fotografia que visa propagar a troca de informações entre pessoas com e sem deficiência, começando com a criação de grupo no facebook chamado Crianças Especiais (www.facebook.com/groups/criancasespeciais/) e já está com aproximadamente 12mil membros.
   Quer saber mais sobre o fotógrafo? Então acesse os links abaixo e o adicione no facebook

Links

Guilhon Fotografia: http://www.guilhonfotografia.com.br
Facebook Eduardo Guilhon: http://www.facebook.com/eduardoguilhon
Fanpage Guilhon Fotografia: http://www.facebook.com/guilhonfotografia
Projeto Crianças Especiais – Site: http://www.criancasespeciais.com.br
Projeto Crianças Especiais – Grupo: https://www.facebook.com/groups/criancasespeciais/
Projeto Crianças Especiais – Fanpage: https://www.facebook.com/criancasespeciais/
Special Kids Photography Brasil – http://www.specialkidsphotography.com.br


Matéria retirada de: http://feapaesp.org.br/

Professora carioca dança zouk com cadeira de rodas e encanta plateia na TV Globo

04:28:00
Viviane e Luiz Claudio dançam zouk na TV

Uma verdadeira aula de superação! Foi o que se viu nesta quarta, dia 26 de fevereiro, no programa “Encontro com Fátima Bernardes” da rede Globo. Totalmente voltado para cadeirantes que ultrapassaram as barreiras do preconceito e desafiaram seus próprios limites, a atração contou histórias muito especiais e encheu a tela de emoção.

Embora o caso mais conhecido na mídia seja do ex-BBB Fernando Fernandes, que ficou paraplégico após um grave acidente de carro em 2009 e hoje é tetracampeão mundial de paracanoagem, outros cadeirantes também tiveram a chance de compartilhar suas experiências de sucesso com o público. Foi o caso da dançarina carioca Viviane Macedo, tetraplégica e pentacampeã de dança esportiva em cadeira de rodas. Acha pouco? Ela também comanda uma companhia de dança para crianças deficientes e é porta-bandeira do bloco carnavalesco “Senta que eu empurro”. Para conhecer melhor a história da Viviane, clique aqui.

E o melhor de tudo: brindou os telespectadores com uma linda e criativa apresentação de zouk (veja aqui) com Luiz Claudio, que já é seu parceiro há cerca de sete anos. Veja os dois na foto que abre o post, tirada por Marcelo Régua, da Agência O Dia.

Bem conhecida no Rio de Janeiro, Viviane também costuma viajar por todo o Brasil e pelo exterior mostrando sua arte. Lembro, por exemplo, do Dj Allan Z falando com entusiasmo sobre Viviane há alguns meses, depois de acompanhar uma superapresentação da professora em Barcelona, ao lado de Fernando Perrotti, que pode ser vista a seguir.

http://www.planetzouk.net/

Adaptsurf

02:59:00


     A ADAPTSURF é uma associação sem fins lucrativos que promove a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo igualdade de oportunidades e acesso ao lazer, esporte e cultura, através do contato direto com a Natureza.
   A ONG ADAPTSURF oferece aulas gratuitas durante o ano todo, o Projeto Surf Adaptado tem como sócio-fundador Henrique Saraiva que conta também, com o apoio de patrocínios e de voluntários.
   O projeto foi pioneiro em Acessibilidade de Praias, criadora "Praia Acessível" modelo desenvolvido pela ADAPTSURF e copiado para várias praias do Brasil.
  A proposta é desenvolver e divulgar o surf adaptado para pessoas com deficiência, lutar pela preservação da Natureza e por melhorias na acessibilidade das praias.
  Acreditamos que o surf pode ser uma excelente ferramenta nas questões sociais, culturais e ambientais por se tratar de um esporte saudável, democrático e de interação total com a Natureza. 
  Veja vídeos relacionados sobre o assunto, e logo depois algumas fotografias:











Sócio-Fundador Henrique Saraiva


Contato:
http://www.adaptsurf.org.br/index.html
http://twitter.com/ADAPTSURF
https://www.facebook.com/ONGADAPTSURF


Programa Esquenta falando sobre Inclusão Social

03:16:00
 
Neste último domingo (dia 09), o programa "Esquenta" da Rede Globo apresentado pela Regina Casé, abordou a Inclusão Social durante o programa.

   Vários quadros foram apresentados, e um muito importante foi a parte onde Regina vai com a Presidente Dilma Rousseff fazer uma entrevista mostrando um pouco do Hospital de Reabilitação Sarah-Brasilia. Onde são feitos tratamentos de graça, para muitos diagnósticos.
Veja entrevista exibida no programa Esquenta:

   No programa de estréia da nova temporada do Esquenta!, Regina Casé bateu um super papo com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília. O assunto foi inclusão social de portadores de deficiência. Regina conta que a entrevista aconteceu no Palácio do Planalto, mas a apresentadora conseguiu levar a presidente a um centro de reabilitação, em Brasília.

   “Meu marido sofreu um acidente e foi tratado ali. Eu queria mostrar para as pessoas que existe saúde pública de qualidade sim”, contou Regina durante entrevista coletiva. Durante o bate-papo com a apresentadora a presidente percorreu as instalações do hospital e conversou com os pacientes.

   Também participou do bate-papo com a presidente a doutora Lucia Braga. No programa passaram por lá várias pessoas portadoras de deficiência como o vocalista do grupo Paralamas de Sucesso, Herbert Vianna.


PARA ASSISTIR O VÍDEO, CLIQUE NA IMAGEM QUE ABRIRÁ OUTRA PÁGINA. EM SEGUIDA CLIQUE NA IMAGEM PEQUENA QUE SURGIR:


Fonte: http://tvg.globo.com/programas/esquenta/noticias/O-Programa/1.html


















THE EFFICIENT - Site de relacionamento para pessoas com ou sem deficiência

16:52:00
 
 Há um tempinho atrás não tinha muitos amigos, não saia de casa, até que um amigo virtual me convidou para me cadastrar em uma rede social chamada "The Efficiente".
   No começo fiquei em dúvida, não sabia se ia gostar ou não, mesmo assim me cadastrei e comecei a frequentar o site. Fui muito bem recebida por todos, e quando não tinha nada para fazer, ia lá.
   Passei noites a fora conversando com pessoas que se tornaram amigos, fiquei horas e horas na webcam rindo e escutando música com eles, até uma balada online eu participei. Tudo isso no THE EFFICIENT.
   Para entender melhor como funciona o site, veja a matéria que saiu na Revista Incluir, onde Walace Paoli, criador do site, conta como surgiu a ideia:

   Algumas pessoas com deficiência ainda enfrentam preconceito, discriminação e dificuldade em manter relações sociais e afetivas. Pensando nesses brasileiros, estão sendo lançados sites de relacionamentos. O contato online tem como objetivo permitir que as pessoas se conheçam, apresentem-se, contem um pouco de suas histórias, seus planos e revelem parcialmente as suas personalidades.
   O site de relacionamento The Efficient - A Nossa Rede (www.theefficient.com.br) foi criado em 27 de Janeiro de 2011 pelo fotógrafo Walace Paoli. A ideia surgiu de uma experiência vivida por ele quando estava com viagem agendada para o México e precisava providenciar o visto. Enquanto aguardava o atendimento no posto da Polícia Federal, no shopping Light, em São Paulo (SP), ele notou que um dos atendentes parecia ter uma amputação de membro inferior. Mesmo sem ter a certeza da deficiencia, Paoli não conseguia tirar aquele rapaz de seus pensamentos e se imaginava na mesma situação. A grande dúvida era: onde buscaria pessoas nas mesmas condições para conversar e obter informações a fim de interagir, conversar e fazer amizades.
Após inúmeras pesquisas na internet, não encontrou nada em formato de rede social para entender a esse público. Daí surgiu o The Efficiente - A Nossa Rede, que atualmente conta com 2.200 membros espalhados pelo Brasil e em países como Chile, Estados Unidos, França, Itália, Portugal, entre outros.    O site oferece sala de bate-papo e webcam. Diversos membros já passaram do contato vituals e altualmente mantêm amizade ou namoro presencial. Incluive já ocorreu um casamento entre os seguidores da rede social.
   "A fase de capitação inicial de membros foi muito dificil, por eu não ter nenhuma deficiência ou não ser conhecido no meio. Muitas pessoas, em sua maioria as mulheres, desconfiavam de minhas intenções, mas eu seguia em frente buscando por essas pessoas em outras redes sociais e salas de bate-papo. A internet é uma janela para o conhecimento. Temos membros na rede, que por falta de recursos e adaptações em suas residências, têm a vida limitada pelas paredes de seus quartos, outros poucas vezes saem de suas camas. Se for bem usada, a internet pode ajudar no desenvolvimento, reabilitação e integração desses cidadãos. Devido ao sucesso do site, já realizamos oito encontros, sendo dois em bares no Shopping Metrô Tatuapé, em São Paulo (SP), dois em residência cedida por membro, dois na Reatech realizadas em 2011 e 2012 e, ainda, dois em passeatas promovidas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro", conta Paoli, que arca totalmente com os custos do site e ainda oferece o espaço  para que as empresas e profissionais ligados à causa divulguem seus produtos e serviços gratuitamente.
   Carolini Constantino tem 22 anos, solteira e mora no Rio Grande do Sul (RS). Com apenas um ano de nascida seus pais perceberam que o desenvolvimento dela estava diferente das demais crianças. Logo veio a confirmação de que ela tinha Atrofia Espinhal. Há um ano, Carolini utiliza o site The Efficient - A Nossa Rede para fazer novas amizades e trocar experiências.
"Adoro a alegria dos membros. O site fez muito bem para mim, pois nunca tive muito contato com pessoas com deficiência e nessa rede social conheci muitas pessoas que mudaram meu jeito de pensar e agir. Uma iniciativa fantástica, com um objetivo grandioso", diz Carolini.


 Então amigos, "bóra" se cadastrar no site e fazer novos amigos?
Entre no site e faça seu cadastro no canto direito bem em cima, depois de ser feito, espere a confirmação que será enviada para seu e-mail.
Clique AQUI para começar.



Fonte: http://theefficient.com.br/
http://www.revistaincluir.com.br/home.php

Congresso sobre Atrofia Muscular Espinhal

06:23:00
   Nos dias 17 e 18 de Novembro em Florianópolis-SC, acontecerá o 1º Congresso sobre Atrofia Muscular Progressiva do Sul do Brasil.
   O evento é organizado pelo grupo Aclame (Associação Catarinense de Luta Contra Atrofia Muscular Espinhal). Poderão ser ouvidas as orientações e informações de especialistas em AME como a Neuropediatra Dra. Alexandra Prufer e o fisioterapeuta Dr. Farley Campos, ambos do Rio de janeiro.
Veja o cronograma:





Associação artística RODAPÉS

07:33:00



Em Janeiro de 2004 nasceu o Grupo Artístico Rodapés.
Com a iniciativa de oferecer um trabalho artístico terapêutico para Pessoas com deficiência física que fazem uso de cadeira de rodas e à pessoas que não fazem uso de rodas.
Um trabalho que busca descobrir potencialidades e possibilidade, através da "arte de ser feliz". Oferece algo diferente e ao mesmo tempo sensível aos olhos das pessoas, frente a paradigmas e inserção social.
Um trabalho voluntário no qual os integrantes expressam ideias, sentimentos, emoções, através de uma metodologia centrada na música, dança, teatro, enfim na arte e liberdade de se expressar corporalmente.
O grupo vem divulgando o trabalho através de apresentações em congressos, simpósios, festivais de dança que hoje somam aproximadamente 600 apresentações, 03 trabalhos de pesquisa cientifica de graduação e pós graduação em 07 anos de trabalho.
O objetivo desta iniciativa, tende também a priorizar a valorização do ser humano, desenvolvendo trabalhos que favoreçam a formação do pensamento crítico, participativo, respeitando a individualidade de cada ser, onde os alunos tragam sua história cultural, para discutis a sua realidade e a partir dai deem inicio a uma reconstrução constante, utilizando a "arte" como forma de entender o prazer de se viver a verdadeira essência da vida. Unir Harmonia e Sabedoria.
Veja depoimentos de pessoas que participam do grupo Rodapés, e a dimensão que esse projeto tem na vida dessas pessoas.




Fonte: http://www.rodapesconchal.net.br/home.html
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