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Simplesmente acontece! - Conto Erótico

10:42:00


Quando a gente é adulta o tempo passa muito mais rápido, acredito que é por termos muitos compromissos e com isso acaba sobrando pouco tempo para pensar futilidades, como por exemplo: festas, jantinhas com amigas, homens, sexo...

Ok, pra quem eu quero mentir? Realmente eu estava "atulhada" de compromissos mas quando eu me deitava era em homens e sexo que eu pensava. É bem estranho, mas minha amiga sempre dizia que o corpo dela pedia por sexo e nesses últimos dias eu estava entendendo perfeitamente o que era isso.


Fazia tempo que eu tinha transado pela última vez, na realidade posso até dizer que fazia anos que eu não tinha uma relação sexual com prazer, até porque logo depois do acidente tudo mudou e até tentei algumas vezes, mas de tanta frustração eu decidi desistir e deixar a sexualidade de lado e foquei apenas no meu futuro, carreira e tudo mais.


Mas hoje, depois de ter me formado e ter me estabilizado profissionalmente e financeiramente, acho que chegou o momento de pensar mais em mim e nessa vontade doida que vinha me consumindo. Estava na hora de experimentar e conhecer melhor a minha nova sexualidade.


Depois de alguns dias pensando nisso, fiquei meio decepcionada com os "crush's" dos aplicativos que queriam só conversar pela internet (sexo virtual) e sempre arrumavam desculpas quando eu os convidava pra sair.  Conversei com muitos e só acabei conseguindo sair com um e nesse encontro me senti péssima por não ter rolado nem um beijo, achei que ele não tinha gostado de mim, mas na verdade foi eu que não tentei nada porque logo de cara percebi o quanto ele era narcisista egoísta que só falava dele e de suas ex... Fiquei tão de "saco cheio" ao ponto de tirar os app's do meu celular e aceitar que eu não levava jeito pra isso.


Até que depois de duas semanas, quando eu estava conversando com uma amiga na calçada, se aproximou um rapaz para dar um convite de uma peça de teatro que estrearia naquela noite. Algo nele me chamou atenção, e eu não sabia o que era, mas devo ter feito até uma cara de idiota quando ele falava com a gente... Fiquei tão instigada que naquela noite fui até o teatro só para encontrá-lo, e deu certo.


Deu mais do que certo, pois ele que me dirigiu até o local reservado aos cadeirantes e ali ficou conversando comigo por alguns minutos até que a peça começou e ele saiu... Quando estava na metade da peça, ele apareceu de novo e sentou ao meu lado, distância perfeita para eu sentir levemente o cheiro dele (sim, era o cheiro dele e não perfume) e poder observar as mãos dele só com o canto dos olhos. Fiquei admirando-o sem me preocupar em ser notada porque estava escuro e com certeza ele não ia perceber que eu estava olhando pra ele, especialmente para seu antebraço com alguns pelo escuro e suas mãos com as unhas um pouco roídas... 


Tive certeza que eram roídas pois ele levou a mão até a boca e acabei seguindo seu movimento com os olhos e dessa vez ele percebeu, até deu um sorrisinho pra mim. Aproveitei que estavam tendo aquele tipo de comunicação, dei um tapa de leve em sua mão e gesticulei "é feio roer unha!"... Eu nem achava feio realmente, eu só queria ter algum contado físico com ele mesmo que fosse rápido. Ele tirou a mão da boca e secou o dedo babado em sua própria calça. 

-Eu sei que é feio, minha mãe sempre me xinga... Você não "come unha"?

-Não, sou do tipo de pessoas que prefere comer algo mais parecido com alimentos...
-Ah, duvido! Deixa eu ver suas unhas...

Puxou minha mão e verificou dedo por dedo. 


-Que lindas! O esmalte é vermelho, não é?

-Sim...

Não falei mais nada pois não estava acreditando que minha estratégia estava dando certo, e tive certeza disso quando ele alisou a palma da minha mão com seu dedo... Definitivamente ele já estava na minha. 


Logo que largou minha mão e voltamos a prestar a atenção no teatro, os minutos passaram voando e quando percebi, todo mundo já estava indo embora. Eu até poderia já ter chamado meu taxista, mas preferi fazer de conta que já tinha chamado e demorar um pouco mais para ir embora e poder conversar mais com ele.


Nem saímos do lugar e esperamos um pouco do pessoal sair para não ficar no meio da multidão.


Na tentativa de quebrar o silêncio, ele falou:

-As horas passam muito rápidas quando a peça é boa, né?
-Aham... Verdade. Amei essa peça... 

(Mentira, nem tinha prestado atenção na história)

-Pois é... Você costume ir em eventos artísticos e teatrais como este?
-Siiiim.. Adoro! Às vezes não tenho nada pra fazer, procuro na internet alguma apresentação e vou sozinha mesmo. 

(Menti de novo! Mas não tinha como dizer que tinha ido até lá, só para ver ele!)

-Ah, legal! Eu trabalho aqui, posso te avisar quando tiver alguma peça legal.
-Claro, por favor! Anota meu what's aí... 

E assim tava feito o "estrago"... Fui pra casa e primeira coisa que vi no celular, foi a mensagem de "Oi, é o Arthur do teatro...". Não pensei duas vezes e comecei a demonstrar interesse puxando conversa e insinuando minhas intenções. Nunca tive vergonha de demonstrar o que sentia e com ele não seria diferente. 


Conversamos um pouco e ele disse que ia ficar offline por um tempo e que assim que chegasse em casa, me chamaria novamente... Achei que era mentira dele, mas ele realmente me chamou depois de 28 minutos (eu contei). 

Conversamos muito e podemos nos conhecer melhor e quando tive oportunidade, já disse que tinha algo nele que me despertou muita curiosidade, para minha surpresa, ele disse que sentiu o mesmo por mim. Emendei a conversa dizendo que a gente tinha que se encontrar para matar a curiosidade de ambos e ele já quis marcar dia, hora e local... 


Se fosse antigamente, eu talvez não aceitaria sair com alguém que mal conhecia e logo para um motel, mas eu já estava madura suficiente para ligar o botão do "foda-se" e ir me f@d&r também.

Lá fui eu, durante o trajeto eu ria sozinha de nervosa e por não acreditar que eu estava fazendo aquilo, mas estava... Cheguei no lugar  onde combinamos e ele me ajudou a fazer a transferência para o carro, conforme eu fui explicando, e guardou minha cadeira no porta malas. 


Chegamos no motel, ele logo disse que não era para me preocupar pois ele tinha ligado para saber se era acessível... Achei isso tão fofo, mas logo dei um jeito de parar de pensar isso, afinal, ele apenas estava usando seu bom senso.


Ele estacionou o carro e novamente me auxiliou para fazer a transferência. Entramos no quarto e fui em direção ao frigobar, eu precisava relaxar estava muito nervosa, peguei uma cerveja e ofereci a ele, mas ele não bebia. Entre um gole e outro, fui conversando com ele e quebrando o clima. Ele estava sentado na cama e eu cheguei e estacionei minha cadeira na sua frente, ele puxou ela para mais perto dele e comecei a senti o cheirinho de hortelã de sua boca. Dei a latinha pra ele e pedi pra que a colocasse no chão, ele colocou embaixo da cama e assim que voltou a me olhar, eu disse:.


-Eu queria tanto um chiclete de hortelã...

-É? Mas eu só tenho esse que estou comendo.
-Tudo bem, pode ser.

Ele sorriu e veio em minha direção. Ele aparentava ser tão delicado, tranquilo, mas na hora que começou a me beijar e passou a mão em minha nuca, me beijou tão intensamente que fiquei "derretida" naquele instante. Pensei que eu mandaria naquela noite, até porque eu que sabia como tinha que ser e como meu corpo funcionava, mas eu perdi totalmente o controle e me deixei levar e isso fez com que fosse extremamente maravilhoso. 


Tudo foi apenas acontecendo... Ele tirou seu boné, sua camiseta e começou a beijar meu pescoço e meus seios, beijou tanto que eu mesma já comecei a desabotoar minha camisa xadrez e antes de chegar no terceiro botão, ele perguntou se eu queria ir pra cama, eu disse que sim e ele me pegou no colo exatamente como tinha me pego para sair do carro. Pedi alguns travesseiros e ele colocou nas minhas costas, fiquei praticamente sentada, vendo tudo, principalmente ele abrindo minhas pernas e chegando mais perto para me beijar.


Ele segurava minha cabeça com suas mãos e me beijava, e eu comecei a abrir a calça jeans dele. Não consegui, mas ele terminou o que eu estava tentando fazer e ainda tirou suas próprias calças ficando só de cueca box vermelha. Mas, para ficar justo, ele pediu pra tirar meu short também e eu o deixei, agora eu estava com minha camisa praticamente toda aberta exibindo meu sutiã preto e usando unha calcinha preta. 


Ele voltou a me beijar, puxei sua mão para minha parte íntima pois eu queria saber se sentiria algo, em troca eu comecei a acariciá-lo por cima de sua cueca vermelha... Passando poucos minutos, comecei a perceber que eu não sentia nada com aquilo, não tinha reação nenhuma, então pedi que ele parasse e apenas me beijasse. Ele começou a me beijar e virei a cabeça para ele beijar meu pescoço, ele obedeceu e caprichou no carinho...


Só que eu precisava de mais. Puxei o rosto dele e o encarei.


-Me fala o que você quer fazer comigo.

-Eu quero te deixar doidinha...
-O que mais?
-Te fazer gemer de prazer...
-Como?

Chegou no meu ouvido e falou coisas que me deixaram completamente em chamas. Foi aí que senti que algo podia ficar melhor, então pedi auxílio dele e fizemos o que ele tinha me dito no ouvido... Ele entendeu que eu tinha gostado de ouvir e continuou me provocando com as palavras. Ao mesmo tempo que ele falava coisas que eu gostava, comecei a notar um tom diferente em sua voz e uma feição em seu rosto de prazer, isso também me fez muito bem e eu estava amando ver que ele também estava tendo prazer.


Eu não queria parar! Mesmo que não estava sentindo exatamente o toque dele, tudo aquilo estava me dando prazer, me fazendo bem e feliz, me sentindo viva novamente...


Hoje, parada em meu escritório lembrando de tudo isso, me faz perceber que amo ir em peças de teatros...


O DOCE MERGULHO AO DESCONHECIDO

15:43:00


Escrito por Dudé Vocalista
Existem aqueles momentos na vida da gente que o êxtase está no ampliar horizontes, como aquelas aventuras que você nem sequer imaginava que pudessem acontecer.

O fim de semana havia chegado e com ele, a oportunidade de curtir aquele sítio com tudo que a gente merece: piscina, cerveja e amigos.

Estávamos num grupo grande, nem havia a certeza de que o sítio tivesse condições de comportar tantas pessoas, mas qual o problema? Chegando lá, a galera dá um jeito. Na hora de dormir, aperta um aqui, espreme outro lá e dá tudo certo.

Eram duas vans repletas de doidos que saíram de locais diferentes tendo o sítio como ponto de encontro. E a diversão já começou na estrada com cantoria, bebida, fumaça e, lógico, muito beijo na boca.

Ao chegarmos no sítio, observamos ao longe que a outra van já havia chegado com o pessoal desembargando suas tralhas. Como o calor castigava deliciosamente, cangas e bermudas imperavam o que mais tarde deram lugar a biquínis e sungas. Afinal, a piscina convidava.

Em meio ao caos mais colorido que já vi na vida, percebi em meio às gargalhadas, um rapaz que me chamou a atenção pelas suas peculiaridades.

Prendi meus longos cabelos loiros num rabo-de-cavalo, na tentativa de amenizar o calor, e me aproximei daquele que me atiçou a curiosidade.

Ao me aproximar dele, comecei a perceber alguns detalhes que a sua camiseta regata permitia. Era um homem com semblante de menino e a ausência de suas mãos – que mais tarde, fiquei sabendo que era fruto de uma má formação de nascença – me fez, a princípio, estabelecer uma aproximação cautelosa. Barreira essa que foi derrubada a partir do momento que percebi seu olhar certeiro atingindo minha minissaia.

Cheguei com o famoso ‘’oi, tudo bem?’’ E fui recebida com um sorriso acompanhado de olhos escuros brilhantes e profundos.

Me lembro que o papo entre nós foi muito agradável e melhorou ainda mais quando expus meu famoso biquíni amarelo de cordinha e entrei na água. Quando sai da piscina, percebi a volta daquele olhar que fitou minha minissaia anteriormente, mas dessa vez, estávamos num clima de descontração regado à cerveja gelada. E foi o efeito etílico que me permitiu vislumbrar outros detalhes que me havia passado batido.

Percebi que os braços daquele menino-homem, o que descobri chamar-se cotos, tinham suas pontas arredondadas e seu comprimento chegava próximo ao que seria próximo do comprimento do ombro até um pouquinho acima do que seria o cotovelo. Confesso que meu lado devasso ficou aceso, algo que repreendi de imediato. Nossa, como sou boba.

A festa continuou até o cair da noite e em meio aos sorrisos, danças, cantorias e um flagrante deliciosamente obsceno na piscina, encontrei meu mais novo amigo, cujo semblante iluminado havia sido trocado por feições de preocupação.

- Oi, querido. Aconteceu alguma coisa? – Perguntei

- Então, a van que me trouxe pra cá foi embora e eu tava contando com ela pra voltar pra casa amanhã – Disse ele com voz de lamúria.

- Ué, qual o problema? Você passa a noite com a gente e volta amanhã com todo mundo

Quando disse isso, o meu amigo lindo me puxou de canto e me confessou:

- Esse que é o problema! Na verdade, eu tenho dificuldades pra trocar de roupa e tomar banho. Pra ambos, preciso de ajuda e aqui, não conheço ninguém com intimidade suficiente pra pedir ajuda.

Ao ouvir isso, pensei comigo mesma: ‘’poxa, qual o problema? Injusto ele deixar de curtir o passeio por causa disso’’. Foi por isso que eu falei sem pestanejar:

- Eu te ajudo, ué. Você só precisa me dizer como.

Foi quando o sorriso largo e o olhar brilhante dele voltaram acompanhado de vários ‘’muito obrigado’’.

- Espera aqui um pouco que vou arrumar uma toalha com o pessoal. Vou te ajudar a tomar banho!

Arrumei uma toalha e me indicaram um quarto com suíte, onde o banheiro me permitiria prestar uma assistência melhor ao meu amigo querido. Ao entrarmos na suíte, fiz outra descoberta: ele também usava perna mecânica.

Ajudei o rapaz cheio de surpresas a tirar sua prótese e despir-se. Usamos uma cadeira de escritório com rodinhas pra transportá-lo até o banheiro e a minha falta de jeito pra transferi-lo a um banquinho de plástico dentro do box nos gerou boas risadas.

Liguei o chuveiro e quando a água tomava conta do seu corpo, percebi que eu ainda estava de biquíni.

Na altura do campeonato, o ajudei a tomar banho assim mesmo e quando comecei a ensaboá-lo, percebi que ele teve uma ereção... e foi uma senhora ereção!

Senti o bico dos meus seios saltarem em evidência no biquíni amarelo, algo que é lógico que ele percebeu.

Ao ensaboar sua coxa, encostei a mão no seu pênis ereto e usei o pretexto de passar o sabonete pra masturba-lo. Ele gostou e passou a ponta do seu coto (seu bracinho) nos meus seios e descobrindo um dos meus mamilos que meu delicioso amigo começou a chupar.

À essa altura, eu já estava dentro do box com a água do chuveiro caindo em mim também. Quando falei que aquilo era maravilhoso, ele disse: ‘’vira de costas’’.

Me virei de costas apoiando as mãos na parede do box e senti o seu coto entre minhas pernas cutucando muito gentilmente o meu clitóris. Nossa, eu pirei!

O tirei do box e o levei pra cama com a cadeira de escritório. Nessa altura, eu já estava nua.

Antes de colocá-lo na cama, esfreguei minha xana na sua cara e senti a chupada mais forte da minha vida!

Quando nos deitamos, tratei de montá-lo e adorei o fato de eu ter que segurar seu pênis pra que me penetrasse. Encharcada de tesão, comecei a cavalgar. Vez o outra, me debruçava por cima do seu corpo e ele, muito habilmente, passava seu braço na minha boca, do qual chupei várias vezes. Por várias ocasiões, fechei os olhos e imaginei que estava com dois homens: enquanto um me penetrava, eu chupava o outro.

Gozamos praticamente juntos e, achando pouco, meu adorado me acariciou na buceta com seu braço, ao mesmo tempo que lambia meu clitóris. Claro que gozei outra vez e não sosseguei até ele gozar de novo, dessa vez, na minha boca. Fiz questão de chupá-lo pra sentir o gosto do seu leite.

Dormimos juntos naquela noite e ao chegar a manhã seguinte, nos aprontamos pra embarcarmos nas respectivas vans. A hora de voltar pra casa havia chegado.

Quando cheguei em casa, não resisti e mandei uma mensagem pra ele: ‘’Espero que tenha chegado bem. Me desculpe o mau jeito pra te ajudar’’.

Logo em seguida, chegou a resposta: ‘’Foi tudo maravilhoso, não precisa se desculpar. Se soubesse o que ia acontecer, eu teria saído de casa aquele dia sem tomar banho’’

Opa, pera aí... quer dizer que ele já tinha tomado banho? Que cachorro! Ele já estava limpinho!!



O pior de tudo é que já tô com saudade de prestar aquela assistência pra esse sem vergonha outra vez.

Sob as estrelas! (CONTO ERÓTICO)

16:46:00
Baseado em fatos reais

Sabe como é quando se é jovem e com os hormônios a flor da pele... Pois é, lá estava eu com 20 anos de idade, cheio de amigas me provocando e pedindo pra andar com a minha cadeira motorizada. É claro que eu deixava, elas vinham e sentavam no meu colo e ao mesmo tempo que dava a voltinha, eu "tirava uma casquinha".

Elas dançavam, vestiam sempre blusas justas que mostrava a barriga e shorts curto , deixando suas bundas mais avantajadas. Mas, algumas não se controlavam e sentavam de uma maneira que ficava se esfregando para sentir meu órgão enrijecer, a ponto de sentir através da minha roupa elas ficando molhadinhas com ele entre as pernas delas.

Até que conheci uma garota pela internet... O papo foi rolando, combinamos de nos encontrar, e nesse encontro já rolou o primeiro beijo e depois disso assumimos um prévio namoro. 

Tinha uma festa para gente ir, ela se arrumou bem linda com um vestido curtinho da cor azul marinho, com decote nas costas e bem colado. A festa era perto de casa e fui de cadeira e ela ao meu lado. Durante o caminho ela me falou que teria uma surpresa, que eu descobriria no evento. Me deixou curioso, mas mesmo assim fomos de uma boa.

Chegando lá, cumprimentamos os amigos e ela foi pegar bebida para nós. De longe, eu de olho nela percebo que ela esta sentada esperando ser servida, nosso olhares se cruzam e ela faz sinal para eu olhar pra baixo e vejo suas pernas abrindo de forma que só eu que estava em sua frente conseguia enxergar a parte íntima dela: lisinha e parecia estar molhadinha de tesão. 

Logo ela volta com as bebidas e sussurra no meu ouvido se eu gostei da surpresa que ela tinha feito, eu balançando a cabeça pra baixo e pra cima confirmo que sim, e a surpreendo com um beijo na boca bem gostoso de língua, aqueles que já deixa qualquer mulher com as pernas mole, ela aproveita o momento e senta no meu colo e corresponde o beijo, deslizo as mãos por suas costas, descendo aperto suavemente seus glúteos. Até que passo minha mão em sua coxa, até chegar na parte quente dela, úmida e macia e cheia de tesão. Levemente introduzo um dedo, sentindo ela estremecendo no meu colo, claro sem ninguém perceber nada. 

Passando esse momento, curtimos a festa e decidimos ir embora. De madrugada obviamente não teria ninguém na rua, então pedi para ela levantar o vestido e ir andando na minha frente para curtir aquele corpo lindo, seios fartos, cintura fina e bunda redonda empinadinha. De repente avistamos o farol de uma moto que logo ela abaixa o vestido e continuamos indo embora, logo que a moto passou, falei pra ela sentar no meu colo que a levaria e assim ela fez.

Com desejo incontrolável de fazer sexo com ela, pedi que levantasse o vestido mais uma vez e sentar bem devagar para se encaixar no que estava a espera dela. Foi como estivesse entrando no melhor lugar do mundo, e ela também gostou por dava gemidos de tão gostoso que estava. Estar na rua deixava o clima mais especial, o medo de alguém passar nos deixava com mais tesão ainda, fazendo a gente não parar até os movimentos começaram a ser mais rápido e mais fundo, deslizando as mãos em seus cabelos entrelaço os dedos e começo a fazer força pra baixo, cada vez eu queria deixar ela com mais vontade de gritar de desejo e tesão. 

Pedi que virasse de frente e sentasse estilo cavalinho para que pudesse ver a cara safada que ela fazia mordendo os lábios e poder assim chupar os mamilos dela que ficaram durinhos cada vez que rodava a língua neles... até o ponto que sentir ela mais molhada ainda e um tremor muito forte em seu corpo, era ela entrando em transe depois de sentir um orgasmo bem gostoso. 

Depois de recuperar o folego ela ajoelhou na minha frente e começou a me acariciar com sua boca, até que delirei de tanto prazer que um proporcionou ao outro só tendo a luz das estrelas sobre nós.

Terminamos de chegar em casa, tomamos um banho e fizemos tudo de novo na cama ate amanhecer o dia.

Entre flashs e beijos...

04:56:00


Era sábado, e ao contrário de todos, eu não tinha nenhum programa marcado. Liguei para minhas amigas mas todas já tinham compromisso, então o único jeito era ir ao cinema sozinha.


Nem quis me arrumar tanto, optei por colocar uma roupa confortável e bonitinha, sem esquecer dos óculos, pois o filme que eu pretendia assistir era legendado.


Entrei na bilheteria e tinha uma meia dúzia de pessoas, nem tinha fila pra pipoca. Na sala do cinema não estava diferente, haviam pouquíssimas pessoas e eu era a única no corredor dos espaços reservados para cadeirantes.


O filme começou e depois de alguns minutos saboreando minha pipoca, nem lembrava que haviam algumas pessoas em volta, me senti completamente sozinha... Se isso é ruim? Eu não acho! Por mais estranho que pareça, eu gostava de ficar sozinha ás vezes.


O filme acabou tarde, os corredores estavam mais vazios ainda. Por mais que o filme que assisti não tivesse sido de terror,  fui me tocando pelo estacionamento meio "assustada"... Mas quando um flash surgiu do nada, aí sim me assustei pra valer!


-Meu Deus! Quem está aí?

(Escutei passos)
-Calma, moça! Sou eu, aqui...

Um rapaz surgiu entre os carros.


-Desculpa por ter te assustado, eu estava tentando tirar uma fotografia da lua enquanto esperava meu irmão chegar... Nossa! Eu não tinha visto que você é paralitica.... Me desculpa mesmo!


A adrenalina do susto logo foi embora depois que ele pediu desculpas ao perceber que eu era "paralitica", e no lugar surgiu um pouco raiva, pois eu não suporto esse lance de peninha por eu ser cadeirante...


-Ah, tudo bem! Mas eu não sou paralitica. 

-Hum... De qualquer forma, me desculpe.

Nem olhei muito pra ele, só notei que ele segurava uma câmera fotográfica. Sem nem me despedir, continuei o meu percurso até meu carro.


Depois de alguns metros longe, ouço alguém correndo atrás de mim.


-Hey, espere!

-Oi? O que foi?
-É que eu estava pensando... Eu sou fotógrafo... Você já fez algum ensaio fotográfico?
-Eu? ... Não, não...
-O que vc acha de eu te fotografar? Eu sou fotógrafo e já vi algumas fotos de cadeirantes na internet, ficam lindas.
-É... Eu também já vi, mas não sou do estilo "miss superação". Eu não levo jeito.
-Todo mundo "leva jeito", isso é o fotógrafo que deve resolver... Vamos fazer o seguinte, você me passa seu whatsapp é a gente conversa...

Não sei o motivo, mas mesmo não indo muito com a cara dele, acabei passando meu número. 


Todo mundo que me via sempre dizia "como você tem um rosto bonito" esquecendo que meu corpo também faz parte de mim, e com certeza ele também pensava assim é queria usar de mim para promover seu trabalho... 
Mas,  e eu não tive como evitar... quando cheguei em casa já tinha mensagem dele.

Sua foto de perfil não estava bem nítida, não parecia o seu rosto, era apenas a sombra dele e ao fundo, o mar. 


Começamos a conversar e isso virou rotina, todos os dias ele me chamava e nossas conversas acabavam sendo muito prazerosas. 


Com o passar do tempo percebi que ele nem falava da minha deficiência, ao contrário dos outros caras que me encheram de perguntas íntimas só para matar a curiosidade. E isso foi bom, pois me fez perceber que ele era diferente.


Falávamos sobre estudos, séries, músicas... E teve vezes que até falamos sobre sexo (ok, foi eu que tocava no assunto, mas ficava claro que ele gostava de falar sobre isso também).


Teve uma noite que eu pedi pra ele colocar uma foto que aparecesse seu rosto, ele disse que gostava daquela e preferiu me passar uma foto tirada na hora. A imagem que ele me enviou era dele deitado na cama, sem camisa exibindo parte do peito e a barriga coberta pelo lençol, com um sorriso meio tímido e ao mesmo tempo provocativo.


-Gostou?

-Adorei
-Eu não...
-Por que? Se acha feio?
-Não... Eu iria gostar se você estivesse aqui.
-Ah... Bobinho 

-Agora você manda uma foto sua!
-Você só terá fotos minhas se você mesmo fotografar..
-Ok! Quando podemos?

 Eu já me sentia mais a vontade com ele, tínhamos criado uma afinidade e isso foi o suficiente para a gente marcar o dia de fazer as fotos.  


Eu e uma amiga fomos até o sítio que ele  conseguiu emprestado de um tio para ser o cenário do ensaio. Passamos a tarde fotografando, mas antes de terminar, a minha amiga recebeu uma ligação urgente do hospital onde ela trabalha para ir até lá resolver um problema. 


Eu comecei a arrumar minhas coisas pra ir embora também, mas ele disse que me levaria depois, então acabei ficando.


-Acho que acabamos. A noite já está caindo e a qualidade não fica a mesma... Você quer fazer mais alguma foto?

-Não, está ótimo...Eu vou ao banheiro e depois podemos ir.
-Eu pensei em passar a noite aqui... Edito as fotos e você vê quais vai querer. Amanhã cedo vamos pra casa, o que acha?

Percebi que poderia rolar algo mais com aquele convite, então acabei ficando.


Depois do jantar, fui pra cozinha lavar louça.


-Estou exausto! Vou dar um tempo na edição... Precisa de ajuda aqui na cozinha?

-Não, obrigada! Já estou acabando.

Ele se escorou na geladeira de braços cruzados e ficou olhando pra mim. Depois que terminei tudo, sequei minhas mãos me virei para ele.


-Como ficaram as fotos?

-Lindas
-Ah, isso é difícil, mas tudo bem...
-Por que você diz isso?
-Hum... Sei lá... Eu não gosto de me ver nas fotografias. Mas quis tentar e aceitei seu convite, você parecia tão empolgado com o ensaio que eu não tive como recusar.
-Na verdade... (Ele deu alguns passou e ficou em minha frente. Afastou um fio de cabelo que estava caído em meu rosto e continuou falando)... Eu estava empolgado para te ver.

Baixei a cabeça e sorri.

-É, eu sei.
-Sabe? 
-Sei... E eu também estava empolgada pra isso.
-E por que nunca disse?
-Estou dizendo agora...

Ele me olhou fechando um pouco os olhos e deu um pequeno sorriso. Começou a dar alguns passos até chegar atrás de mim, senti ele afastando meus cabelos para o lado e com isso, se baixou e falou ao meu ouvido:


-Um dia quero te fotografar nua! Você deixa?

-Hum... Um dia. Quem sabe!?
-Prometo que vou te deixar satisfeita com o resultado.

Virei o rosto e nossos lábios quase se tocaram. Eu sussurrei:


-Me deixa satisfeita hoje também.

Ainda atrás de mim, ele sorriu e começou lentamente a esfregar seus lábios no meus, quando eu pensava que ele finalmente me beijaria, ele desvia sua boca e continuava a provocação.


 Eu soltei um gemido baixo, como se tivesse reclamando daquele joguinho, foi aí que ele segurou meus cabelos e começou a me beijar freneticamente.


O beijo dele foi maravilhoso, era firme e ao mesmo tempo macio, nossas bocas se encaixaram perfeitamente e eu não queria parar com aquilo, eu só queria mais...


Quando ele me convidou para ir pro quarto, eu não pensei duas vezes, queria ir para cama e ficar numa posição mais confortável para continuar. 


Ele me pegou no colo e antes mesmo de me largar na cama, voltou a me beijar. Deitou ao meu lado e consegui abraçá-lo e trazer o corpo dele mais perto do meu. Com isso, foi possível colocar minha mão em baixo da camiseta dele, que depois de segundos já estava no chão... Junto com a minha.


O toque dele era maravilhoso, passava as mãos nas minhas costas, enquanto continuava beijando minha boca e meu pescoço. 


Até que ele pegou minha mão e colocou dentro da calça dele. Ele ficou me encarando pra ver minha reação e eu continuei encarando de volta, pois eu queria ver como ele reagiria com meu carinho em sua parte íntima. 


Ele estava quente e começando a ficar enrijecido. Cada vez que fazia carinho nele, ele empurrava seu quadril conforme o meu rítmo, mas fui acelerando e continuei o encarando para ver se ele estava gostando.


-Tá gostoso?

Ele apenas balançou a cabeça dizendo que sim.

Depois de alguns segundos, ele passou a fazer carinho em mim também. Tirou minhas calças e continuou deitado ao meu lado.

Por eu não ter força para manter a perna aberta, ele abriu a perna dele e colocou a minha em cima dele. Assim o caminho ficou livre para os dois.

Enquanto eu o acariciava, ele penetrava seus dedos em mim e beijava meus seios. Eu podia ficar horas fazendo aquilo, mas em certo momento aquilo não foi suficiente.

Puxei ele para perto de mim e ele entendeu o que eu queria. Antes de realizar meu desejo, ele colocou a camisinha e finalmente me preencheu.

É difícil explicar qual sensação eu tenho mesmo não tendo sensibilidade. Mas naquela noite isso não foi um problema, transamos várias vezes até nossos corpos não aguentarem mais.

No dia seguinte acordei sem reconhecer onde eu estava, escutei até um galo cantar, e quando olhei para a mesinha reconheci a câmera fotográfica. Sorri e lentamente virei para o lado, e ali estava ele, dormindo totalmente exausto.

Fui pra minha cadeira e vi que tinha uma porta ao pé da cama. Por eu amar a luz do sol, acabei abrindo a porta tentando não fazer barulho.

A vista era linda e ali fiquei por alguns minutos. Respirei fundo e me espreguicei, e foi exatamente nessa hora que ele me fotografou sem eu esperar.

-Você é bom em dar sustos... Por que tirou essa foto?
-Para guardar de lembrança...

Escondido, sem ninguém desconfiar!

16:52:00


Sabe aquela fase que os hormônios ficam "a mil" e a gente quase não consegue controlar? Pois é, eu estava passando por isso e desconfio que o "faro animal" do Mateus conseguiu detectar.

Nunca fomos íntimos, apenas trocava meio duzia de palavras e nada mais. Mas do nada ele começou a me olhar diferente, ao ponto de eu pegar ele me encarando inúmeras vezes, e sem entender as intenções dele eu apenas sorria de volta. 

Na hora do almoço, passei a ter certeza do que eu desconfiava. Mateus estava de olho em mim, e eu só tive certeza disso pois foi ele mesmo que falou...

Ele pegou sua comida na geladeira e colocou para esquentar no microondas. Esse tempo foi o suficiente pra nossa conversa "render".

-Vi tua foto ontem no instagram, aquela que tu tá sentada de lado na cadeira com as pernas cruzadas... Ficou gostosa!

-Hahaha... Tá me chamando de gostosa?

-Tô

-Ahh... Minha auto-estima agradece!

-Podia agradecer de outra forma... Não acha?

-Hã?

Ele tirou o pote de dentro do microondas e à caminho para fora da cozinha, ele disse:

-Haha... Tu ouviu o que eu disse, não preciso repetir. Só pensa na minha proposta...

 Quando passou ao meu lado, se baixou e sussurrou em meu ouvido:

-Gostosa...

Não preciso nem dizer que um arrepio desceu de meu pescoço até o fim da minha coluna... Fiquei parada com o garfo cheio de comida por uns 10 segundos, apenas com a boca entre aberta sem acreditar no que havia acontecido... "O Mateus? Quer transar comigo?" foram as primeiras coisas que pensei.

Jamais havia passado pela minha cabeça que ele quisesse algum dia se envolver comigo. Não por eu ser cadeirante, mas por ele ser super na dele, tímido pra caralho, todo metido a cristão, nerd e lindo, podendo escolher qualquer outra garota, se sua timidez permitisse... Mas, com aquela conversa percebi que ele não teve vergonha nenhuma em me chamar de gostosa, talvez eu tivesse criado uma imagem de menino tímido, que não condizia com a realidade... Entre tanto, gostei de saber que ele me queria, me desejava... E, por que não?

Uma semana se passou depois disso, parece que o Mateus até se afastou um pouco de mim. Ele não ia mais na cozinha (passou a almoçar em casa) e não notei mais nenhum olhar... Certamente, tinha mudado de idade... Vida que segue!

Na sexta-feira da semana seguinte, eu estava esperando minhas folhas serem impressas e de repente, senti meu celular vibrar. Era uma mensagem no whatsapp, baixei a aba para ver de quem era e vi a notificação de um áudio do Mateus. Olhei para a mesa dele e ela estava vazia, ele não estava lá, o que era estranho porque eram 15:22 ainda... Aproximei o celular do meu ouvido e ouvi o áudio dele, nela, ele falava:

"Eu tava pensando... O que tu acha da gente sair hoje? Posso te pegar em casa, sei desmontar tua cadeira e acho que cabe no porta-mala do meu carro... Damos um jeito!"

Fiquei com vergonha de responder por áudio e acabei digitando "Ta... Pode ser às 20hrs?". Ele não estava online, esperei mais alguns segundos e nada. Peguei minhas folhas, as coloquei em cima do meu colo e o celular em cima delas, fui me tocando até a minha mesa e chegando nela, o celular vibrou. Era a responta dele, ele enviou por escrito dessa vez: "Combinado".

Sorri balançando a cabeça e larguei o celular no canto da mesa para voltar ao trabalho, Foi nessa hora que o Mateus surgiu do corredor, sem olhar pra mim e ir direto pra sua mesa... Eu achei aquilo estranho, mas ao mesmo tempo, interessante. Era exitante fazer escondido e fingir para todos que nada estava acontecendo.

Depois desse momento eu não consegui mais me concentrar, um tipo de enjoo e calafrio surgiu. Comecei a lembrar que fazia tempo que não tinha saído com um cara pra transar, não por falta de vontade nem oportunidade, eu só não tinha mais saído porque eu estava focada demais no meu tcc. A última transa que tive, foi com meu ex namorado a 6 meses atrás, ele tinha sido o primeiro e único homem que tive relações sexuais.

Lembro o quanto foi difícil eu aceitar tirar toda minha roupa no começo, sempre tive muita vergonha da minha barriga que é um pouco gordinha, sem falar da enorme cicatriz em minhas costas da cirurgia que fiz pra "corrigir" a escoliose (a qual não foi corrigida totalmente, ainda me enxergava tortinha).

Toda essa insegurança de antigamente, veio à tona novamente. Minhas mãos começaram a gelar de tão nervosa que comecei a ficar.

Se eu evitava ao máximo me olhar no espelho sem roupas, como eu iria aguentar deixar o Mateus me ver nua?... Não sei! Só sei que todo mundo estava indo embora do escritório e eu também deveria ir para me preparar para noite.

...............

Era 19:15 e eu já estava pronta. Deu até tempo de pensar em desistir, mas acabei indo pra cozinha pegar uma cerveja para me encorajar, No momento em que peguei a cerveja na mão, lembrei que tomar aquela bebida iria me obrigar a ir "correndo" pro banheiro pra fazer xixi, acabei desistindo da ideia.

Escutei uma buzina e os cachorros dos vizinhos latirem. Era o Mateus!
Abri o portão e ele entrou com o carro para eu embarcar, depois de dez minutos pensando como iriamos guardar a cadeira, acabamos decidindo deixa-la em casa e eu ir carregada no colo mesmo... Eu jamais aceitava ser carregada no colo, mas ele me garantiu que o motel que a gente ia, ficava no andar de baixa e ele iria caminhar poucos passos até chegar no quarto... Aceitei! Não sei porque Diabos aceitei, mas concordei e fomos.

Foram 17 passos pra ele chegar no quarto, logo que entramos ele me sentou numa poltrona que ficava ao lado de outra poltrona. Ele largou sua carteira e minha bolsa numa mesinha e, foi ao frigobar pegar uma bebida...

Ele estava lindo. Vestia uma calça jeans azul clarinha, camisa de botão branca que ficava bem ajustada ao seu corpo e um tênis cinza estilo moletom.

Eu acabei me arrumando pouco, comparado à ele. Coloquei meu par de meia 7/8 preta (daquelas que termina na coxa com renda), coturno preto, vestido preto e uma jaqueta de couro bordô. Usei pouca maquiagem para não forçar muito... E, é claro: Bastante perfume e uma lingerie de renda, bordô.

Certamente ele notou que eu estava tensa, porque ele me entregou o copo de cerveja e mandou eu relaxar... Respirei fundo e decidi curtir o momento.

Ele sentou ao meu lado para beber. Conversamos e rimos um pouco, já estávamos mais soltos, de fato. Eu nem tinha chego na metade do meu copo, mas o cheiro dele começou a me encorajar, olhei para a mão dele segurando o copo e desejei que ela fosse parar em outro lugar...Então decidi começar logo o que fomos fazer.

Puxei o Mateus pelo braço e disse para ele me beijar, e foi o que ele fez... Mas logo parou. Ele se levantou, tirou os tênis e se curvou por cima de mim, se apoiando apenas nos braços da minha poltrona. Nos beijamos e sem eu perceber ele estava ajoelhado entre minhas pernas, tirando a minha jaqueta e eu, tirando a camisa dele.

Depois foi a vez do meu vestido... Eu lembrei que iria aparecer minha barriga, mas nem dei importância... Ele tirou meu vestido por cima, e meus cabelos caíram para o lado deixando meu pescoço livre para ele beijar. Lentamente foi descendo até chegar aos meus seios e beijar por cima do meu sutiãn, eu senti o calor de seus lábios e me arrepiei mais ainda. Sem eu esperar, ele baixou o bojo do meu sutiãn e começou a beijar e lamber meus mamilos... Sensação maravilhosa! Enquanto isso, eu agarrei seu cabelo e ele passava suas mãos em minhas coxas.

Nessa hora, eu abri um pouco meus olhos e pude perceber que na parede em minha frente tinha um espelho enorme. Como disse, eu nunca gostei de ver meu corpo inteiro no espelho, mas dessa vez eu amei o que vi: a luz estava baixa, mesmo assim pude ver o reflexo de uma mulher de cabelos longos jogados para o lado, usando sutiã tomara que caia bordô e meias 7/8 pretas com um homem ajoelhado no meio de suas pernas, sem camisa e de costas largas... Aquela mulher, era eu mesma!

As mãos quentes dele por cima do tecido da meia, dava uma sensação muito gostosa. Ele tirou minhas botas e em seguida, perguntou se podia tirar a meia calça. Eu deixei, mas logo depois percebi que ele havia parado de passar as mãos nas minhas pernas... Por um segundo pensei que ele havia as achado finas demais, mas parei de pensar nisso no momento em que ele ergueu minha perna e começou a beijá-la, começando pela canela, subindo pelo joelho, passando pela minha coxa. Em seguida, Mateus fechou minhas pernas, puxou meu quadril para ponta da poltrona e tirou lentamente minha calcinha, olhando fixamente para mim.

Depois disso ele voltou a beijar minha boca, me segurando pelo rosto... Mas não era no rosto que eu precisava da mão dele, Peguei uma delas e comecei a puxa-la passando pelo meu pescoço, chegando até minha boca onde pude chupar dois de seus dedos e dirigi-la para a parte mais quente do meu corpo... Entre minhas pernas.

Se eu lembrei da minha barriga e da minha cicatriz, naquela noite?... Em momento algum!
Durante as duas horas que passamos no motel eu não tive nenhuma vergonha ou insegurança, só pensava no cheiro incrível do Mateus e no prazer maravilhoso que ele, e eu, nos proporcionamos.

-Aline, nós temos que fazer isso mais vezes...

-É, também acho. Mas tem que ser igual foi hoje.

-Como assim?

-Ué... escondido! Sem ninguém desconfiar.

-Claro. Escondido é mais gostoso!

Meu fisioterapeuta e eu...

18:31:00

O inverno sempre me desanimou e depois que me tornei cadeirante, mais ainda. Meias em cima de meias, blusões em cima de blusões e mais o casaco... É tanta roupa que uso para me esquentar que nem tem como ficar sempre bonitinha. 


Mesmo assim, o dever me chamava e eu era obrigada a ir fazer fisioterapia com meus looks horrorosos de inverno. E foi assim que conheci Vinicius, o novo estagiário de fisioterapia que ia me atender naquele trimestre. 

Eu nem "ligava" se estava feia ou não, o que importava era eu estar quentinha e tinha certeza que mesmo toda arrumada, ninguém iria me notar, muito menos um estudante de fisioterapia... Como eu era inocente!

As primeiras sessões de fisio sempre são chatas e constrangedoras, mas com o Vini não foi assim. Já no momento que ele se apresentou eu simpatizei muito com ele, e depois de 15 minutos, um já estava "zoando" com o outro. Duas semanas depois eu já tinha contado toda minha vida e ele me falou sobre sua vida também... Uma amizade surgiu, mas algo além disso também...

Nas diversas vezes em que "caímos na gargalhada" lembro de observar o sorriso dele e ficar encantada, mas tentava desviar a minha atenção para não estragar tudo. 

Mas, eu não conseguia desviar minha atenção nas vezes em que ele me deitava, sentava entre minhas pernas e as abria para me alongar.

 Ou também naquelas vezes em que ele ficava de pé, atrás de mim, me abraçando forte na barriga, deixando algumas vezes o seu quadril encostar no meu, enquanto ele me ajudava a dar alguns passos... É claro que ele não fazia isso por querer, sempre foi muito respeitador e nunca tentou nada comigo. Até o dia que ele jogou meu cabelo pro lado e falou perto da minha orelha "Assim eu consigo te ver melhor", quando ergui os olhos para o espelho em minha frente, vi nós dois abraçados e ele me encarando com um olhar diferente.

Eu não deveria ter criado expectativas, nem ter chamado ele pra ir lá em casa numa noite que ficaria sozinha. Eu sei que não devia ter feitos isso, mas minha curiosidade em descobrir o que significava tudo aquilo, era maior do que meu juízo... Mas eu fiz! 

Vini chegou trazendo pacotes de pipoca de microondas, pois tínhamos combinado de assistir um filme. Ele fez as pipocas e colocamos um colchão na sala, onde ele me ajudou deitar e depois deitou também.  

Nós nunca tínhamos ficado tanto tempo sem conversar, estava claro que nós dois estávamos tensos... Eu fingia olhar para o filme, mas minha cabeça só pensava em algo que eu devia fazer para algo acontecer, mas nenhuma ideia surgia. 

Até que percebi, pelo canto do olho, que ele estava me encarando. Virei o rosto para verificar e realmente era verdade, aqueles dois olhos pretos me encaravam da mesma maneira que já tinha me encarado no dia do espelho. 

Dei um pequeno sorriso e passei minha mão em seu cabelo, e foi suficiente para ele se aproximar e começar a me beijar.

A sensação de saber que ele me desejava, era ótima. Mas o gosto do beijo dele, era melhor ainda!

Ele me beijava e pressionava seu corpo contra o meu, enquanto suas mãos seguravam as minhas mãos, uma de cada lado de minha cabeça. 

O calor de nossos corpos aumentava e eu não achei ruim quando ele passou a mão sobre minha barriga, erguendo minha blusa, deixando meus seios livres de qualquer tecido. Ele sabia que do umbigo para baixo eu não tinha sensibilidade, então era necessário caprichar nas carícias em meus mamilos.  

Lentamente ele começou a soprar um vento quente, partindo do umbigo e foi subindo até meus seios, depois voltou para o umbigo de novo. Mas, dessa vez fez o mesmo caminho usando a língua. Ele fazia movimentos "zig-zag" em direção a um dos seios, o qual ele lambeu somente envolta, depois foi para o outro, mas acabou sugando o meu peito colocando-o totalmente dentro de sua boca quente.

Eu agarrei os cabelos do Vini, tanto tesão que eu estava sentindo.

Depois tirei a camisa dele e sentei para beijar o seu peitoral, moreno e macio. Mas isso não foi o suficiente, e acabei o mordendo e deixando uma leve marca em sua pele. 

Ele agarrou meus cabelos e puxou levemente para trás e perguntou; "É desse jeito que você gosta, então?", e eu apenas balancei a cabeça dizendo que sim.

Em poucos segundos, ele pegou minhas pernas e colou envolta de seu quadril, eu praticamente fiquei sentada no colo dele enquanto nos beijava e nos acariciava.

 Aquele foi um dos momentos mais prazerosos de minha vida. eu não precisei pedir para ele tomar cuidado com nada porque ele sabia como fazer tudo.  

Aos poucos os nossos corpos foram se encaixando sozinhos, de forma natural e muito gostosa. Em cada balançar de nossos corpos, eu tinha certeza que eu não queria parar. Mesmo que eu não tenho sensibilidade, senti coisas que nunca tinha sentido antes, foi um misto de orgasmo, alegria, carinho, tesão e realização...

Pega mais! - Conto 3

18:11:00



A noite caiu e eu contava cada segundo que faltava para vê-lo. Ele veio me buscar e, quando entrei no carro, observei que no banco de trás haviam 2 taças envoltas num laço e uma garrafa de vinho, exatamente aquele que eu amo! Tudo o que queríamos era esquecer aquela semana tumultuada.

Chegamos e ele logo escolheu o quarto, preparou cada detalhe - vista, música, iluminação, bebida, gelo, chocolate (Uauuuu!!! Ele pensou em tudo). Confesso que na hora em que ele me pegou no colo para sair do carro, nem me preocupei com cadeira de rodas, escadas, barras, banheiro (nem mesmo com as perdas urinárias, pois antes de sair de casa eu sempre me garantia com um "cat" para me livrar de qualquer "acidente").

Pensa num cara grande, cheiroso, todo cheio de marra, mas quando está com você, é como se tudo ficasse em paz e não houvesse mais o mundo lá fora! Juntos, éramos assim...

Ele me deitou e não esperou nenhum segundo pra me tomar em seus braços e "tirar meu chão" com aquele beijo que me faz perder qualquer resto de razão... Trocamos carinhos e conversas leves, sorrisos e olhares. 

Não demorou muito pra que toda aquela paz perdesse lugar para o desejo que só aumentava a cada beijo, a cada mordida na orelha, no pescoço... Ele segurava meus cabelos com força e isso me deixa louca de tanto tesão. Ele sabe disso (e abusa!).

Tocou cada parte do meu corpo sobre a roupa íntima que escolhi "a dedo" para essa ocasião (Ele adora e eu também!). Deitou em cima de mim, segurou meus braços - Ele sabe que é uma posição que "trava" meus poucos movimentos e espasmos, além de só fazer aumentar mais minha vontade...

Eu via cada movimento através do espelho do teto, assim como vi aqueles braços me apertando e aqueles beijos, que mais pareciam chupões, desceram sobre meu corpo ao mesmo tempo que foi tirando cada peça de renda. Com sua voz baixinha e extremamente ofegante, ele me dizia onde estava e o que fazia e isso pra mim é delicioso, já que não tenho sensibilidade “perfeita”, por ser tetra.

Uma das minhas pernas ficou presa nos braços dele, entre o ombro e o cotovelo, e quando ele “subiu”, a penetração se encaixou tão perfeitamente quanto o beijo e pareciam não ter fim (tínhamos encontrado a posição perfeita!). 

Cada movimento dele deixava meu corpo trêmulo e arrepiado. Meus seios ficaram tão firmes e ele não parava de mexer, beijá-los e mordê-los... Eu só pedia MAIS... Mais pressão, mais força, mais carinho... Pega mais!!!

Fizemos "amor" assim uma, duas vezes. Foi maravilhoso...

Ahhhhh... O chocolate, o gelo e o vinho??? Só posso garantir que eles foram protagonistas de um próximo conto...

Matando a curiosidade e o desejo - Conto 02

04:27:00

Nunca gostei de balada, mas já que estava cansada de ficar em casa, acabei aceitando o convite da minha amiga Cláudia e fomos num pub onde tocava Rock in Roll. No começo fiquei meio quieta, num canto só olhando a agitação, mas depois de 1 caipira de morango fiquei mais animada e comecei a conversar com todos e rir das piadas dos outros. 

No meio da multidão, percebi que um garoto do outro lado do bar não parava de olhar para mim. Eu sei que todo mundo olha para uma cadeirante, mas ele estava me olhando de uma maneira diferente e acabei retribuindo o olhar. 

Quando a Cláudia me convidou para ir embora tentei achar ele, mas não o vi em lugar nenhum. Peguei minha bolsa e fui embora. Na rua, esperando o táxi, alguém tocou em meu ombro e quando olhei para o lado, notei que era um rapaz.

Naquela hora eu já tinha tomado 2 caipiras e isso foi o suficiente para tirar qualquer juízo que ainda me restava. Quando eu percebi que esse rapaz era ele, acabei falando imediatamente:

-Oi! Eu estava te procurando. Nossa, você é tão gato!
-Ah é? Obrigado!
-É... desculpa. Não quis te constranger...
-Capaz, tranquilo... Já tá indo embora?
-Sim. Quer me telefone?
-Hehe... Quero!

No dia seguinte, a Cláudia não parava de rir lembrando da maneira que falei com o garoto. Enquanto ela falava como eu tinha feito, eu tapava os ouvidos para não ouvir de tanta vergonha que estava sentindo.

-Para, chega de falar! Você viu como eu estrago tudo? Não nasci pra isso...
-Você é uma boba! Não fez nada de errado, eu só estou rindo porque nunca imaginei ver você fazendo isso.
-Fiz tudo errado, sim. Ele não vai me ligar, óbvio...
-Claro que vai. Eu conheço os cara de balada, eles nem pedem o telefone se não gostam de você.
-Tu tá falando isso para me conformar.
-Espera pra ver... 

Passei o dia olhando para o celular, e nada. O  outro dia também não, nem no outro e muito menos no outro... Acabei esquecendo ele. Depois de 2 semanas, justamente quando estava assistindo o último episódio da minha série, o celular recebe uma notificação de mensagem e quando abri a mensagem, apareceu escrito: "Oi. É a cadeirante do pub?

Abri imediatamente a foto do perfil e gelei quando vi que era ele. Começamos a conversar e eu esqueci totalmente da série. 

Depois de uns 20 minutos de conversa pelo whatsapp, ele perguntou se podia me ligar pois queria falar comigo sobre um assunto delicado, logo imaginei que ele tivesse namorada, mas deixei que ele falasse o que era.

-Pedi para te ligar porque é mais fácil para explicar o que tenho pra dizer
-Ok. Pode falar
-Quando eu te vi no pub, achei lindo o seu sorriso e seu jeito delicado, feminino. Fiquei louco para te conhecer melhor.
-Entendi... Mas que assunto delicado é esse?
-Bom, eu adoraria transar com você, porém eu pratico BDSM
-Hum... aquele lance de sadomasoquismo?
-É... Na verdade, é mais ou menos. Não é apenas surras e mordaças como nos filmes
-Eu nem sei o que te dizer... (silêncio)...- Você reparou que sou cadeirante? Não sei se eu teria condições físicas para isso
-A gente vê isso na hora. Deixa fluir
-Não sei, preciso pensar
-Ok... Pense e depois me dê uma resposta.

Realmente tinha dito que iria pensar, mas já estava decidida que não iria aceitar. Eu com todas minhas limitações aceitar fazer isso seria insanidade de minha parte. 

"...E se ele começasse a me bater, como fugiria de lá? Como eu iria me proteger?..."

Por mais perigoso que parecia ser, algo lá no fundo me despertava curiosidade. Cheguei a mentalizar uma lista de motivos para não aceitar, mas foi em vão e quando me dei por conta, já estava gostando da proposta e idealizando como seria.

....
-Eu aceito.
-Ótimo, você vai adorar!
...

Aproveitei uma noite que meus pais foram viajar e chamei ele para ir até minha casa. Quando abri a porta, vi ele segurando uma garrafa de vinho com a expressão totalmente neutra, o frio na barriga aumentou naquela hora.

Ele segurou minha cadeira para eu me transferi para o sofá e depois para o chão, ficamos alí sentados em cima do tapete de pelo alto, tomando vinho e comendo torradinhas que estavam em cima da mesa de centro. Conversamos, rimos sobre todos assuntos e por alguns minutos até tinha esquecido do que ele tinha me proposto.

Depois de acabar o vinho e ele ter levado as taças para a cozinha, ele sentou novamente ao meu lado, pegou meu rosto com suas mãos e começou a me beijar carinhosamente. O beijo dele se encaixou perfeitamente com o meu, nos beijamos por alguns minutos e do nada ele abriu minha camisa de botão de uma só vez, fazendo os botões se desprenderem rapidamente.

Naquele momento levei um leve susto e quando olhei para seus olhos, notei que a fisionomia de seu rosto já não era a mesma. Seus lábios estavam pressionados, sua mandíbula estava tremula e seu olhar estava fixado em mim parecendo querer me atacar de alguma forma. Mesmo assim, não senti medo e até dei um sorriso de canto, na tentativa de provocá-lo ainda mais.

Ele levantou do chão, tirou a mesa do centro e aproximou a minha cadeira de rodas de mim.

-Deita no centro do tapete e estica os braços até a cadeira, vou te amarrar nela.

O tom da voz dele parecia me impedir de perguntar alguma coisa, por isso eu apenas o obedeci.

Já com minhas mãos presas, ele colocou um travesseiro embaixo de minha cabeça e perguntou se eu conseguia enxergar até meus pé, balancei a cabeça fazendo sim e ele disse que fez isso para eu ver o que estava acontecendo comigo. Depois combinamos uma palavra de segurança para eu falar no momento que quisesse parar de verdade.

Ele tirou seus tênis, sentou sobre suas pernas ficando próximo aos meus pés. Tirou o celular do bolso, selecionou sua play list (totalmente de rock) e largou o aparelho no sofá...

Assim que a música começou a tocar, ele começou a tirar minhas calças. Depois ficou em cima de mim e ergueu minha blusa deixando meus seios completamente a amostra. Jurei que ele fosse olhar para meu rosto, mas ele não tirava os olhos de meu corpo.

Começou a passar a mão sobre minha barriga, subindo pelo meio de meus peitos, passando seus dedos em volta de meu mamilo. Indo de um lado para o outro.

Depois de passar a mão, ele fez o mesmo caminho com beijos. Começou a beijar minha barriga, foi subindo entre meus peitos e de leve, foi beijando e mordendo em volta de meus mamilos.

O calor de seus lábios fizeram com que minha respiração começasse a ficar mais forte e a dele estava completamente normal.

Ele desceu até minhas pernas e tirou minha calcinha. Passou suas mãos pelas minhas pernas, me virou um pouco para o lado para conseguir acariciar minha bunda. Acho que ele gosta de bundas, pois ele começou a beija-la arduamente e morder um pouco mais forte. Mesmo nessa posição. eu conseguia ver o que ele estava fazendo e quão branca era minha pele, até que ele deu um tapa de seco deixando uma leve cor rosada.

Não falei nada, apenas pisquei os olhos.

Bateu outra vez, e de novo e de novo, ao total foram 4 tapas. Em seguida ele me virou para o outro lado e bateu o mesmo número de vezes. Não era tão forte assim, não era algo agressivo, era algo excitante.

Já com as nádegas vermelhas, ele passou a beijar meus pés e massageá-los. Subiu fazendo o mesmo por minhas coxas. 

Meu coração começou a disparar no momento em que ele chegou na virilha, massageou para cima e para baixo algumas vezes.

Vendo que eu estava gostando, ele cuspiu em minha vagina e massageou lentamente meus lábios vaginais . Depois de alguns segundos começou a fazer um circulo em volta do meu clitóris, não chegando a tocá-lo. Até que de repente, passou um de seus dedos levemente por cima da entrada da vagina fazendo meu quadril se mexer de tanto desejo dele me penetrar.

Fechei meus olhos e erguendo a cabeça para trás, soltei um suspiro forte.  Quando voltei o olhar para ele, vi que olhava pra mim com um leve sorriso no rosto gostando de me ver perder o controlo.

-O que foi? Quer que eu pare?
-Não. Continua...
-Como se diz?
-Continua!
-Não é assim. Implora!
-Continua, por favor!
-Quer mesmo?
-Sim, quero muito... Por favor!

Colocou um de seus dedos na boca para deixá-lo molhado, depois começou novamente a fazer circulo na entrada da minha vagina, até que finalmente começou e enfiar o dedo, mas depois de colocar bem pouquinho, ele parou e me olhou fixamente...

-Por hoje, tá bom! 




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