Fotógrafa realiza sonho de mães e faz ensaio fotográfico de seus filhos com deficiência...

04:14:00

Enquanto muitas mães levam seus filhos até um estúdio fotográfico para registrar o crescimento de suas crianças, as mães de crianças com deficiência acabam não fazendo isso por diversos motivos. Muitas vezes o local não oferecer acesso, não se sentem acolhidas, alguns fotógrafos não são preparados e com toda essa insegurança, a lembrança daquela fase da vida de seus pequenos vai embora sem ser registrada.

A fotógrafa Tamara Wagner não imaginava que o seu projeto, chamado Borboletas, pudesse fazer tanta diferença na vida destas pessoas como fez.
Claudia Lacerda é mãe de Caio, em uma entrevista para o programa "Mistura com Rodaika", ela contou como foi fazer o ensaio fotográfico de seu filho.
"Fazer as fotos com a Tamara foi um sonho realizado... Eu tenho outro filho de 15 anos que não tem deficiência, e todo ano eu tinha books desse filho com fotos na escola, fotos de Natal, fotos temáticas. E eu nunca consegui fazer isso com o Caio, tentei algumas vezes mas os fotógrafos não tinham paciência devido as limitações dele... E quando surgiu a oportunidade de fazer as fotos com a Tamara eu fiquei muito feliz e disse "ela vai conseguir olhar para o meu filho da maneira que é"!"





Clique na imagem e assista a matéria completa exibida no programa "Mistura com Rodaika":
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CONHEÇA SIBELY...

04:43:00

Sou a Sibely tenho 19 anos e não tenho nenhuma deficiência (rs), mas namoro o Daniel tem mielo, então uma "partezinha" de mim acaba sendo cadeirante rs.

Adoro a página por inúmeros motivos... Por mostrarem sem exageros ou dramas a realidade (de dificuldades e conquistas também) de muitos deficientes, e amor de casados ou de namorados.

Eu nunca pensei que conseguiria passar por preconceitos, mais depois de quase um ano de namoro percebi que consigo ir mais longe do que eu pensava por amar tanto uma pessoa.

Era isso que eu queria que as pessoas entendessem, eu o amo pq ele é um homem lindo e incrível, que me ama também me respeita e faz de tudo pra me ver bem.
 Não há motivos para não amar ele, como muitos acham um "absurdo" namorar uma pessoa que utiliza da cadeira para se locomover, ou simplesmente perguntam : "você já estava com ele antes do acidente" (KKKKK como assim?) quando digo "não ! Ela já nasceu assim" ou a segunda coisa que mais perguntam : "você já sabia que ele era cadeirante?" .. Mais é claro, e dei em cima dele do mesmo jeito (hahaha).

O problema é achar que é algo impossível, é uma cadeira de rodas, NÃO, NÃO É. Não posso dizer que ele é um homem como qualqer outro, na verdade ele é mais completo vem com cadeira que eu adoro apoiar meu pés e sentar no colo dele (rsrs).

Mas, viva a diversidade e ao amor, e por vocês mostrarem aqui muitas coisas que ajudam a tirar a "caretisse" das pessoas !
Mil beijos







Homem passa 2 anos plantando milhares de flores para sua mulher com deficiência visual poder cheirar

04:27:00

Se existe uma coisa que nos inspira aqui no Hypeness é ver pessoas que encaram tragédias de uma forma positiva e, apesar dos medos e tristezas que sempre acontecem, conseguem supera-los e mostrar ao mundo o lado bom da vida.

O senhor Kuroki é nossa mais recente inspiração. Após ter vivido uma existência feliz com sua mulher, ambos como trabalhadores rurais em Shintomi, cidade japonesa, ele precisou encarar uma nova realidade: estar casado com uma pessoa deprimida. A senhora Kuroki ficou assim após complicações causadas pelo diabetes lhe terem retirado a visão. A partir daí, a senhora passou a se fechar em casa, sem vontade de viver o mundo lá fora.

O marido, tentando achar uma forma de levar alegria para sua amada, decidiu plantar um incrível – e gigante – jardim, onde ela pudesse aproveitar toda a sua beleza, ainda que usando outros sentidos que não a visão. Após 2 anos de intenso trabalho, o jardim privado faz agora sucesso e é procurado por pessoas que gostariam de conhecer de perto esta tocante prova de amor.

Olha só:



Via: Hypeness

Michael Begum é um dos melhores jogadores de Street Fighter

04:08:00

Michael Phillip Begum, mais conhecido por seu apelido, "BrolyLegs", é um dos jogadores mais famosos dentro do cenário mundial dos jogos de luta, especialmente em Street Fighter.

Mesmo não conseguindo mexer a maior parte do seu corpo devido a sua condição física excepcional, que incapacitou seus ossos e músculos de crescerem conforme o seu desenvolvimento, BrolyLegs consegue jogar como poucos com a personagem Chun-Li, de Ultra Street Fighter IV.


O canal do YouTube oficial de Street Fighter fez uma entrevista especial com BrolyLegs, e ele conta um pouco da sua experiência. 
No vídeo, o jogador diz que seus pais e amigos o incentivaram muito a vencer suas limitações, e uma das provas disso foi um Nintendo dado de presente a ele logo na sua infância. "Meu pai me incentivava a jogar, querendo ver se eu conseguia, se o seu filho deficiente tinha uma noção real do que era capaz", explica.

"O que eu sempre digo às pessoas que precisam lidar com esse tipo de situação é: faça tudo para ser o melhor, porque ninguém vai tratar você de forma especial se você for apenas mais um jogador que perde, pois é isso que as pessoas veem. E foi isso que eu fiz. Eu não queria a simpatia ou piedade de ninguém, eu queria que elas vissem o quão bom eu era. Eu queria me tornar um símbolo para as pessoas, alguém em quem eles pudessem se inspirar", conta BrolyLegs.

Michael já enfrentou grandes jogadores dentro do cenário de Street Fighter. Entre as passagens do vídeo podemos ver trechos desses embates, inclusive contra Masato Takashi, mais conhecido como "Bonchan", campeão do primeiro Redbull Kumite.

Atualmente, a Chun-Li de BrolyLegs está em primeiro lugar no ranqueamento online mundial de Ultra Street Fighter IV.

Veja entrevista:

Coelho paraplégico ganha mini skate incrível para se movimentar livremente

04:08:00

Wheelz é o seu nome e ele foi encontrado quase congelado por um produtor local numa fazenda em Amsterdam, na região de Montgomer, EUA (não confundir com a cidade que fica na Holanda). O estado de saúde do pequeno animal era tão grave que o normal teria sido livrá-lo do sofrimento através de uma morte assistida. Mas parece que Wheelz sentiu que sua hora ainda não tinha chegado.

O nome é um trocadilho com as palavras “cadeira de rodas” (“wheelchair”, em inglês) e a dele é bem especial. Os donos da fazenda que decidiram criá-lo como um animal doméstico, encontraram uma forma de o ajudar a se locomover através de um mini skate que substitui suas patas traseiras e que permite que ele se mova livremente.

No Facebook, os fazendeiros escreveram: “Só porque você cria animais para consumo, não quer dizer que não os trate com bondade, compaixão e o melhor ambiente possível para eles viverem“. “Wheelz terá uma casa para sempre“, concluem.

Vale a pena ver as imagens:





Via: hypeness

Livro infantil de Nick Vujicic propõe um olhar diferente à deficiência física

04:21:00

Me dá um abraço conta a incrível história de Nick Vujicic, palestrante motivacional internacionalmente reconhecido. Nick poderia passar toda a vida reclamando das dificuldades que enfrenta pela condição física, mas descobriu que poderia contar sua história ao mundo e mudar a vida de outras pessoas. Ele nasceu sem os braços e pernas devido à rara síndrome denominada tetra-amelia, que ocorre por falha na formação embrionária. Evangelista que já viajou para 57 países e falou para mais de seis milhões de pessoas, sua vida é um exemplo extraordinário de superação e fé.

Me dá um abraço fala sobre a importância do amor como meio para vencer as diferenças. Em oito capítulos ricamente ilustrados, Nick narra alguns acontecimentos que mais marcaram sua vida, sempre ressaltando a importância do amor e dos gestos daqueles que influenciaram positivamente sua trajetória.

Logo no primeiro capítulo, Vujicic faz o emocionante relato acerca de um encontro com uma garotinha de mais ou menos três anos de idade, a qual o olhava espantada, mas, para a surpresa dele, aproximou-se para abraçá-lo com os braços para trás.

"Que jeito mais especial de abraçar! 
Esticou o pescoço, apoiou a cabeça em meu ombro
 e pressionou seu pescoço de leve contra o meu. 
Nós nos abraçamos como duas girafas!”.

Nos capítulos 2 e 3, Nick destaca a importância dos pais, os primeiros a lhe mostrar o que era ser amado; e dos professores, grandes incentivadores na construção da identidade forte o suficiente para superar a deficiência.

No quarto capítulo, o autor fala sobre o bullying que sofreu ao longo da vida.

"Uma vez alguém me chamou de monstro. 
Outra pessoa me chamou de alienígena. 
E ainda outra pessoa disse que eu era 
o esquisitão da cadeira de rodas”.

Mas, para Nick, quem fez a diferença mesmo foi uma amiga que através de palavras simples e de gestos de carinho, como um anjo, apagou a tristeza de ter sofrido tantas humilhações.

O autor apresenta ainda a felicidade como escolha, mesmo em meio às dificuldades. Apesar de suas limitações, ele encontrou um motivo para ser grato e com sua “coxa de frango”, como diz, aprendeu a escrever, a digitar, nadar, mergulhar, surfar, jogar futebol, andar de skate, jogar golfe…

"Sabe por que consigo fazer tudo isso? 
Porque não tenho medo de dificuldades! 
E eu me esforço bastante!”.

Vujicic formou-se na faculdade, casou-se e é pai.

"O que é o amor verdadeiro? 
É amar tudo em uma pessoa: 
tanto aquilo que ela tem como aquilo que ela não tem,
 bem como suas forças e fraquezas”.

Me dá um abraço, lançamento da Editora Mundo Cristão, é um livro para toda a família. O testemunho de superação, as belíssimas ilustrações e sua mensagem de motivação e esperança fazem da obra uma experiência de leitura deleitosa para a mente e o coração de pequenos e grandes. Tudo em uma linguagem fácil de entender e que os pequenos vão amar!



A novidade já está à venda nas livrarias de todo o Brasil e custa 29,90.
Caso queira comprar pela internet, clique aqui;

Via: Vá de Cultura

5 mentiras que o mantém preso em sua zona de conforto

04:25:00

O que geralmente fazemos quando surge um problema? Resolvemos, certo?
É o que a maioria deveria fazer, mas nem todos percebem que seus problemas podem ser resolvidos. Ou, podem até reconhecer mas não acreditam em sua capacidade de resolvê-los.

De fato, existem problemas que não possuem soluções, mesmo que você reze, faça promessa, faça seu máximo, aquele problema não vai ser "curado". Neste momento é que devemos pensar em outras formas de aliviar aquele problema, mas nunca se deixar permanecer na zona de conforto.

Ficar na zona de conforto limita você, porque não lhe permite descobrir nada de novo. Assim, você pode morrer um pouco a cada dia. Lembre-se de que a vida começa onde termina sua zona de conforto.

Para muitas pessoas, tomar uma iniciativa assusta um pouco. Surge o medo, insegurança, dúvida se está fazendo o certo e a cabeça começa a criar mil motivos para você não tentar. É nessa hora que percebemos quem manda em nossa vida, os nossos sonhos e vontade de viver melhor, ou a preguiça e o medo.


1-"Eu não posso fazer nada para mudar isso"
Você pode sim, só você pode melhorar sua vida porque só você é responsável por ela. Não existe nada que não podemos melhorar.

Ninguém pode empurrá-lo para fora de sua zona de conforto e você não é obrigado a sair, mas se você ficar dentro da caixinha, não irá crescer.

Lembre-se que não crescemos simplesmente pelo passar dos anos, mas pelos desafios que enfrentamos.

Quando você pensa em um projeto que representa um grande desafio e de repente sua voz interior lhe diz que você não tem porque fazer, em realidade o que você está expressando é uma resistência à mudança, porque uma parte de você deseja ficar dentro dos limites do conhecido.

No entanto, se você pensar que não há nenhuma razão para realizar algo novo, lembre-se que simplesmente o fato de crescer e descobrir, são razões mais que suficientes.

2-“Não é o momento certo”

NADA que é bom, é fácil. As coisas raramente acontecem facilmente, mas ir atrás de um sonho significa lutar contra o vento e a maré, criando condições ao longo do caminho.

Quando você diz a si mesmo que não é o momento certo, você está ativando o medo; provavelmente um intenso medo do fracasso inoculado em você desde a infância.

Claro, não se trata de lançar-se a uma aventura sem avaliar os prós e contras, mas se nós realmente quisermos alçar voo devemos ser conscientes que não podemos ficar parados, precisamos ir em pequenos passos.

E quando percebemos, já estamos caminhando melhor.

3-“Vou começar quando …”


Esta é uma das desculpas mais comuns para ficarmos seguros em nossa zona de conforto. Na prática, é o engano perfeito, porque não estamos desistindo do sonho ou do projeto que temos em mente, mas apenas colocando-o de lado até que determinada situação ocorra.

O problema é que essa desculpa leva diretamente à procrastinação. Por isso é provável que quando a condição da demanda for atendida, criaremos outra, e mais outras.

Desta forma, mantemos a esperança viva, mas ao mesmo tempo, temos que trabalhar duro para tornar esse sonho uma realidade.

4-“Não é para mim”

Basicamente, por trás dessa frase há a ideia de que nós não somos suficientemente bons ou capazes. Esta é a desculpa perfeita para inseguros e pessoas com baixa autoestima.

Também é uma desculpa usada por pessoas que têm medo do mundo e se fecham para novas experiências. Em qualquer caso, você não pode saber se gosta de algo ou não, até prová-lo.

Na verdade, é provável que em mais de uma ocasião tenha pensado que algo não foi feito para você, mas depois de provar, você amou e ficou empolgado com a nova situação.

Portanto, não se feche para novas experiências nem se limite como uma pessoa. É a pior coisa que poderia fazer.

5-“Eu não sei como fazer”

As coisas novas podem assustar, então uma das desculpas que inventamos para ficarmos em nossa zona de conforto é dizer-nos que não sabemos como enfrentar o desafio.

Podemos pensar que não temos habilidades ou que nunca podemos desenvolver. No entanto, lembre-se que quando você tem um “quê”, os “como” vêm sozinhos.

É verdade, para realizar determinados projetos a preparação é necessária, mas isso não significa que você não pode fazê-lo, significa apenas que levará mais tempo ou precisa de alguém para ajudá-lo.

Nenhuma habilidade vem do nada, todos têm na sua base muita paixão e esforço para o que realiza, é assim com todos que atingiram esses patamares.

No fechamento, tenha sempre em mente o que Nelson Mandela disse: “Impossível é tudo aquilo que não se tenta”. Ou como disse Michael Jordan: “Você erra 100% das bolas que não arremessa.”

Via: Yogui

Conheça Tainara

03:11:00


Olá meu nome é Tainara e tenho osteogêneses imperfecta. Tenho 20 anos, e já tive varias fraturas.
Fiz tratamento também no RJ, fiz cirurgias nas pernas de correção dos ossos que devido as fraturas eram arcados. 

Já completei meus estudos, tenho ensino médio completo. Sou praticamente independente, consigo me vestir, consigo tomar banho sozinha, saio, me divirto com minhas amigas e primas. 

Tenho uma vida que uma pessoa que não tem deficiência tem, claro que com minhas limitações. Deus vem me abençoado desde o ventre da minha mãe e continua me abençoando. 

Hoje sou blogueira, tenho meu canal no Youtube e lá ensino mulheres a fazer maquiagens pra arrasar.

Se já sofri preconceitos? Claro que já, mas é com eles que a gente aprende a ser forte e aceitar o que vc realmente é. 

Sou uma pessoa muito feliz, me aceito e me amo. Deficiência pra mim não é problema e nunca será. Então essa é basicamente minha vida.




Posições sexuais para mulheres cadeirantes

03:33:00


Chega de fazer postagem sobre posições sexuais só para os homens cadeirantes, hoje é a vez das mulheres!

Depois de tanto procurar por matérias prontas e não achar nada sobre esse assunto, resolvi eu mesma montar um conteúdo com imagens, dicas, especialmente para nós.

Pra começar, temos que lembrar que nenhuma deficiência é igual a outra, cada mulher é de um jeito e cada uma possui suas próprias limitações.

Pensando justamente em todas, selecionei as 10 posições sexuais mais indicadas para as mulheres cadeirantes.

Veja a seguir:

1- Nesta posição a mulher fica deitada e o parceiro ajuda a erguer suas pernas e deixá-las entre o pescoço dele. 
   Também é recomendável usar um travesseiro em baixo do bumbum da mulher, para deixá-la ainda mais confortável e poder aproveitar o momento.




2- Esta posição é indicada para aquelas mulheres que não se sentem bem abrindo demais suas pernas, ou com a pressão do corpo do homem em cima do seu. 
   A mulher fica deitada e o parceiro é quem segura suas pernas. Também é possível usar o travesseiro em baixo do bumbum.  



 3- Nem só de penetração o sexo é feito, o "69 de ladinho" é uma boa dica para as mulheres cadeirantes.
   Aqui os dois ficam de lado, o parceiro pode se posicionar de maneira que a mulher consiga fazer sexo oral e ao mesmo tempo receber. 




4- A posição "de lado" é uma das mais usadas pelas mulheres cadeirantes.
   A mulher pode ficar deitada com as pernas esticadas ou encolhidas, como for melhor para ela. E ao mesmo tempo que a posição é prazerosa para a mulher, é para o homem também.
   E depois de "terminar o serviço", ainda podem dormir juntinhos de "conchinha".




5- Quer olhar olho no olho? Então esta é a posição indicada.
Aqui a mulher não precisa fazer quase nenhum esforço físico, uma posição tranquila, confortável, prazerosa e muito romântica.




 
6- Esta, requer um pouco mais de cuidado. Mas isso não significa que você não pode fazer.
     Não tem muita força para se segurar no pescoço do parceiro? Avise-o! Peça para ele fazer os movimentos necessários. E caso fique com medo de cair para trás, peça para encostar suas costas em alguma parede.
Ter medo é normal, mas quem sabe você consegue e nem sabia?!






8- Tá com pressa e nem quer ir para o quarto? "Se joga" na mesa, mesmo!
    A primeira imagem onde a mulher está sentada, é indicada para quem tem equilíbrio de tronco. Mas caso não tenha esse equilíbrio, a segunda imagem, da mulher deitada, é a mais indicada para você.
    A mesma posição pode ser usada em camas mais altas, basta a mulher ficar na beirada e o homem em pé.


9- Esta posição não é muito conhecida, mas de acordo com pesquisas, ela é indicada para mulheres com limitações.
   Aqui a mulher se encontra deitada, com as pernas levemente abertas e dobradas. Posição super confortável para ela.
    O homem se mantém sentado de forma que suas pernas ficam abertas e o corpo da mulher se encaixa entre elas.
    Ao mesmo tempo que podem se olhar "olho no olho", também é possível trocar muitos beijos.


10-  Por que não tentar algo diferente? 
Na imagem acima podemos ver que a mulher está praticamente "de quatro", porém, apoiada em travesseiros colocados embaixo de sua barriga.
Nem toda mulher cadeirante conseguirá fazer esta posição, pois muitas não conseguem dobrar o joelho e nem fazer pressão sobre eles. Por isso, tenha conhecimento sobre suas limitações.



Como disse, nem todas posições poderão ser utilizadas por todas as mulheres cadeirantes. Mas, mesmo que alguma não dê certo para você, espero que sirva de ideia para criar outras posições possíveis. Até porque, ninguém é obrigada a fazer exatamente como mostram as ilustrações.

Vale salientar também, que é de grande importância a própria cadeirante conhecer os seus limites e no momento da relação sexual deve sempre conversar com seu parceiro sobre elas. É através da conversa que vocês poderão juntos aprender e ter novas ideias.

Jamais tenha vergonha de dizer o que consegue, ou não consegue fazer. Assuma suas limitações e aprenda a adaptar sua vida, inclusive a vida sexual! 

Brasileira viaja pelo mundo e divide suas experiências de acessibilidade

04:13:00

Débora compartilha experiências pelo mundo através do portal viagemacessivel

Débora compartilha experiências pelo mundo através do portal viagemacessivel.com 

Débora Pedroso é brasileira e mora há décadas nos Estados Unidos. Ela perdeu o movimento das pernas aos 10 anos de idade, por conta da Síndrome de Guillain-Barri, uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva a uma inflamação dos nervos, que provoca fraqueza dos movimentos.

Graças ao esporte, ela se reencontrou, e, no basquete, conseguiu as respostas para algumas dúvidas que começavam a incomodá-la.

— O esporte abriu novos horizontes na minha vida. Foi um divisor de águas mesmo. O que eu via nesse momento de interação com outros cadeirantes eram pessoas casadas, mulheres com filhos, gente dirigindo, guardando cadeira de rodas, viajando, etc. — conta Débora.

Ela sempre fez de tudo e chegou um momento que resolveu compartilhar isso com todos através da Internet. Débora publica suas aventuras no portal ViagemAcessivel.com, em que mostra lugares turísticos onde a acessibilidade é regra, e não exceção.

— Minha última viagem foi para o Canadá, onde eu conseguia andar de ônibus e metrô sozinha. É o direito de ir e vir ao pé da letra. Tudo é pensado para todos conseguirem acessar — conta.

Segundo ela, no Brasil, ainda não existe essa consciência generalizada.


— Na última vez que estive em Búzios, eu detestei. A Rua das Pedras não oferecia a mínima condição para o meu trânsito na cadeira de rodas. E quando visitei a cidade do Rio, fui enganada pelas empresas de ônibus, que adesivaram todos os veículos para cadeirantes, porém, os equipamentos instalados (a maioria) não funcionam ou os motoristas não sabem manusear — finaliza Débora.

Assista ao vídeo da matéria.

Fonte: Turismo Adaptado e Como Sera?

Modelo com síndrome de Down vai desfilar na New York Fashion Week.

02:37:00


    A modelo Madeline Stuart tem 18 anos e síndrome de Down. É desta maneira que a garota nascida em Brisbane, na Austrália, se apresenta em seu site. Ela entrou no mundo da moda há aproximadamente um ano e recentemente foi convidada para desfilar na próxima edição da New York Fashion Week, no dia 13 de setembro para a grife FTL Moda.

     Madeline conta que há 14 meses estava acima do peso e decidiu mudar o seu estilo de vida, a partir de uma reeducação alimentar. Hoje ela é dançarina, líder de torcida, pratica esportescomo basquete, críquete, natação e, em menos de um ano, participou de duas campanhas para grifes de roupas.

     A garota criou, com a ajuda de sua mãe, uma página no Facebook, onde declarou: “Eu sou uma modelo e espero que meu trabalho ajude a mudar a forma como a sociedade enxerga as pessoas com deficiência. A visibilidade cria consciência, aceitação e inclusão“.

     A modelo desfilará com o apoio da Christopher & Dana Reeve Foundation, especializada em auxiliar pessoas que sofreram lesões graves na coluna ou com problemas neurológicos. Em entrevista ao The Huffington Post, sua mãe, Rosanne Stuart, contou: “Nós queremos continuar a trabalhar com pequenas companhias, de caridade ou startups, para que possamos continuar a ajudar as pessoas. Nós realmente acreditamos na inclusão, isso significa todo mundo, desde que esteja de acordo com nossas crenças e costumes”.

     Leia aqui a entrevista que Rosanne concedeu ao Cosmopolitan na semana passada, onde conta sobre como a visibilidade de sua filha está ajudando a mudar a percepção das pessoas sobre a questão da deficiência intelectual.





Fonte: Hypeness

Conheça Jhony Santos D'oliveira...

05:20:00

 Me chamo Jhony Santos D'oliveira, sou cadeirante pq tive mielomeningocele, uma malformação na coluna. Tenho 26 anos, sou de Cabo Frio, mas sou funcionário Público da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Macaé.
Minha infância e juventude, foram "normais" na medida do possível. Sempre fiz tudo o que eu tinha vontade de fazer... A deficiência nunca me impediu de fazer nada.

Mas é claro que tive momentos difíceis que passei, foram poucos e foram na adolescência... Principalmente em épocas de cirurgia, em que a gente tem que ficar internado um tempinho e também por conta da incontinência que eu tenho, mas nada que com um pouco de jeito e criatividade eu não pudesse transpor, entende?

Hoje em dia eu encaro a deficiência de forma mais natural ainda. Como disse ali em cima, eu trabalho, viajo sozinho... Aprendi a ser independente ao longo dos anos com muito esforço, força de vontade e apoio dos meus pais, que hoje em dia me dão total liberdade pra fazer tudo sozinho quando e como eu quiser... Eles só me dão um suporte caso eu precise e peça à eles. Desde sempre a gente soube que eu era capaz de fazer praticamente tudo.

Adoro ir em festas e shows, e um dos shows mais inesquecíveis foi do Iron Maiden no Rock in Rio 2013. Meses antes do show, eu e ele estávamos pensando em me erguer na frente do palco, para talvez chamar a atenção da banda.

No dia do show, entramos na Cidade do Rock assim que os portões se abriram e eu como sempre fui muito cauteloso, vi o tamanho do lugar e já imaginei que pudesse e iria encher bem mais do que no momento que entramos. Então eu e o Leonardo, meu amigo, decidimos tentar no primeiro show do dia, do Andre Matos (ex-vocalista do Angra), como tinha menos gente, para saber se ia dar certo pra mais tarde, durante o show do Iron Maiden, o ultimo show da noite. Quando fui erguido me senti num mar de gente, me senti como se não houvesse a cadeira por baixo de mim, apenas as pessoas me segurando.

Mas tudo o que foi feito foi muito bem pensado e calculado os "riscos" de se tentar aquilo, mas era apenas um "teste". Foi quando voltei pra área reservada pra cadeirantes que um fotógrafo, então do jornal O Globo, disse que tinha registrado o momento e foi perguntar meu nome, de onde eu era, qual banda esperava ver no dia. E logo em seguida o repórter Ari Peixoto da Globo Rio, veio falar comigo sobre oq o fotografo tinha registrado e me pediu pra que eu fizesse de novo para que o cinegrafista pudesse registrar e fazer uma entrevista comigo. Pensei um pouco se valeria a pena fazer aquilo de novo e fui. Foi quando fizeram as imagens e em seguida a entrevista, que horas depois eu descobriria que iria passar no Fantástico, naquele mesmo domingo do show.

Cerca de uma hora depois que fui fotografado, entrei no Facebook para postar algumas fotos e vi muitas notificações de amigos me marcando em publicações, até então não sabia sobre o que era pois as marcações não carregavam, até que meia hora depois consegui visualizar que era a foto, publicada na pagina oficial do jornal O Globo no Facebook... à medida que a cidade do Rock foi se enchendo eu decidi, portanto, não ser erguido de novo pois seria um risco muto maior.

No dia seguinte, quando cheguei em casa e entrei novamente no Facebook, pude ver o tamanho do feito que eu havia realizado. O que era pra ser somente um ato pra minha diversão acabou viralizando na internet e muitas pessoas vieram me elogiar pelo o que eu havia feito. 
O que talvez, poucos saibam que é, meses depois eu acabei repetindo o ato de ser erguido, em Brasilia no show da banda finlandesa Sonata Arctica, ao qual fui filmado pelo vocalista da banda para registro pessoal daquele show. 

Ano passado quando fui ao show da mesma banda, agora no Rio, pude conhecer os integrantes e em inglês o vocalista da banda, Tony Kakko, disse que lembrava de mim sendo erguido no show deles e ainda, o produtor da banda lhe disse que eu tinha feito aquilo, primeiro, no Rock in Rio... E ele entrou em êxtase de tamanha empolgação e surpresa!

Ainda hoje pessoas me marcam nessa foto em publicações de outras páginas sobre Rock e Metal... E sempre que vejo bate uma saudade imensa daquele dia, mas não pretendo mais fazer o que fiz naquele dia... Sempre estou em busca de experiências novas, que me desafiam e me divirtam, mas sempre pensando muito sobre os riscos... Nunca fazendo por impulso!

Por tudo isso que acho que ser cadeirante é claro que depende muito do nivel da lesão, né? Mas acredito que a gente tendo vontade de fazer as coisas nada vai nos atrapalhar, pq pra tudo dá-se um jeito." essa ai


Cadelinha deficiente imita Globeleza em vídeo para incentivar adoção

04:22:00

Inspirada na Globeleza, a cadelinha paraplégica Alê, ou “Aleijadinha”, protagonizou uma versão da tradicional vinheta de carnaval da Rede Globo para conscientizar sobre a importância da adoção de animais.

O vídeo foi produzido e postado nas redes sociais pela dona de Alê, a publicitária de Sorocaba(SP), Patrícia Alcoléa. “Pensei em algo como se fosse uma mensagem que ela diria para as pessoas e a letra saiu”, disse Patrícia em entrevista ao G1.


A publicitária convidou alguns amigos para ajudar na tarefa de produzir Aleijadinha. Eles desenvolveram a fantasia com cuidados para não machucar a cadelinha. O peitoral foi feito na própria coleira, presa na cadeira de rodas, onde também foi fixado o adereço.

Um ursinho foi usado como dublê, para não desgastar o animal durante a gravação. “Ela entrou em cena e a deixamos livre para fazer o que quisesse. Como é animada, foi andando de um lado para o outro e a equipe foi acompanhando os movimentos para captar as imagens”, explicou a dona.

Via: www.correio24horas.com.br

A ARTE DE ILUSTRAR: Conheça as nossas mascotes feitas por Alexandre Lucas Martins

03:36:00



Quem não sonha em ter seu próprio personagem ilustrado igual aos desenhos animados e dos livros? Eu sempre quis ter um desenho meu, sempre tive curiosidade de saber como seria. E para minha surpresa, o ilustrador Alexandre Lucas Martins, nos presenteou com nossas próprias "bonequinhas". 

Carol Constantino
Thaíse Maki
Fabiana Conceição

Não tenho nem palavras para descrever o quanto amei o presente, incrível como ele conseguiu capturar nossas características e personalidade, apenas olhando para nossas fotos.

O Alexandre desenha desde seus 14 anos. Hoje, com 24 anos, ilustrar já tornou o seu trabalho. 

"...Foi legal poder desenhar a Thaíse, Carol e a Fabby, ainda mais dar atenção a cada característica de personalidade delas... No inicio eu não acertava desenhar as cadeiras de rodas, eu sempre descobria uma coisa nova que ela tinha que eu não sabia, e isso foi muito legal!..."

Veja mais alguns dos trabalhos de Alexandre Lucas Martins:








Quem quiser conhecer mais de seus trabalhos, acesse:

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